Antônio Pereira

17 de março de 2020

O Brasil tem na presidência um misto de idiota, lunático e vigarista

A aparição do presidente Jair Bolsonaro no domingo diante de seus seguidores, mesmo tendo suspeita de que ele pode estar contaminado pelo coronavírus mostra que a insanidade chegou a limite máximo. Muito além de apenas ser uma pessoa sem empatia, pois pode ter disseminado doença, Bolsonaro dá provas de que é um grandíssimo idiota.

Não podemos admitir, diante da maior pandemia da história moderna, um presidente que dá tantos exemplos de que não tem a menor condição de ser o líder que o Brasil precisa. Além disso, seus auxiliares mais próximos também estão contaminados. Mesmo assim, o governo, com exceção do ministro da Saúde, dá de ombros para a doença que já paralisou meio mundo.

Jair Bolsonaro é um misto de lunático, idiota e muito malandragem de boteco. O presidente, que está no poder há pouco mais de um ano, não apresenta nenhuma saída. Ele não oferece ao povo nada senão ódio. Seus seguidores dão um show de ignorância. Muitos deles desdenham do coronavírus. Um deles chegou a dar um tiro em uma mulher em São Paulo, apenas porque ela gritou contra o presidente amalucado dele.

O episódio de domingo, quando algumas centenas de seguidores do ensandecido Jair Bolsonaro saíram às ruas para falar mal do vírus, do STF e dos parlamentares, mostra o quanto estamos próximo de uma barbárie.

Milhares de anos se passaram até que a humanidade avançasse na ciência para agora alguns dos seguidores alucinados de Bolsonaro questionam as vacinas e até mesmo leis da física.  Galileu e Einstein devem estar se removendo dos túmulos diante de tanta sandice, patrocinadas por um político meia boca que foi alçado ao maior cargo do Brasil graças a uma ação deliberada de um juiz de Curitiba, que tem enorme ego e vaidade.

O Brasil está mais do que à deriva. O país está próximo de uma grande crise institucional, sanitária e de valores. Não quero nem pensar nas consequências maléficas que podem decorrer de tudo que estamos vivendo agora.

Já há quem defenda uma análise médica de sanidade para o presidente da República. Bolsonaro, que foi expulso do Exército deveria ser impedido de continuar no cargo.