Política

4 de setembro de 2018 10:39

Combate à Pobreza: grupo de trabalho define também ações emergenciais

↑ Assessoria
A deputada Jó Pereira participou na manhã desta segunda-feira (03), da primeira reunião do grupo de trabalho, criado durante audiência pública promovida pela parlamentar, em agosto deste ano, para construção do Plano Estadual de Combate à Pobreza em Alagoas.

No encontro que ocorreu no auditório da Assembleia Legislativa, foi destacada uma equipe – formada por integrantes do próprio grupo de trabalho – que irá definir ações emergenciais específicas para o enfrentamento do aumento da pobreza, e principalmente da fome, em razão da ausência de chuvas no Sertão.

“Se existe uma situação emergencial que está em crescente, precisamos responder também com ações emergenciais, que serão definidas em um fórum nesta quarta-feira, dia 5, na Secretaria de Estado da Agricultura”, frisou Jó Pereira.

Já no próximo dia 24, a Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social (Seades) deve apresentar um esboço do projeto que será entregue ao Conselho do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), para o financiamento de todas as ações necessárias para a construção do plano.

“Em cima desse projeto, se aprovado, serão definidos os recursos para que possamos elaborar o plano, que é bastante abrangente e envolve pesquisa de campo, produção de dados primários, oficinas, e isso gera um custo. Precisamos de um recurso financeiro para que seja executado e isso vem do próprio Fecoep”, explicou Rodrigo Araújo, superintendente de Avaliação e Gestão da Informação da Seades.

“Esse plano é de extrema importância, porque define ações, estratégias, diretrizes para que o combate a pobreza seja realmente efetivo e seja feito com mais assertividade. O que acontece é que sem o plano, nós temos ações mais pulverizadas e que às vezes não atinge o objetivo proposto”, completou o superintendente, destacando a importância do encontro realizado hoje.

Participaram da reunião representantes da Seades, Consea, ASA, Rede Mutum, Cedafra, grupos de artesãs, indígenas e quilombolas, líderes comunitários, entre outros.

Fonte: Assessoria

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