Economia

10 de julho de 2019 09:00

Pesquisa aponta que preocupações com dívidas assombram 9 em cada 10 pessoas

Levantamento analisou impacto das dívidas entre os brasileiros

O Brasil atravessa a pior crise de toda história, como consequência o cenário do desemprego chega a números alarmantes atingindo cerca de 13,2 milhões de trabalhadores segundo dados do IBGE. Com menos empregos, a renda do brasileiro fica comprometida, e por consequência, o pagamento de despesas, o que ocasiona a geração de dívidas, e a inadimplência.

De acordo com estudo que analisa o impacto das dívidas e da inadimplência na vida dos brasileiros, desenvolvido pelo Instituto Locomotiva em parceria com o serviço de cobrança digital Negocia Fácil, 57,9 milhões de brasileiros estão muito preocupados com dívidas em atraso.

As preocupações com dívidas assombram 9 em cada 10 devedores e quanto menor a renda, maior é a preocupação – 84% das pessoas de classe AB se preocupam muito com as dívidas, enquanto 94% das pessoas da classe C e 98% das classes DE têm a mesma preocupação.

Os impactos da dívida na população brasileira vão muito além de uma situação momentânea. O estudo aponta que 54,8 milhões de brasileiros têm o sono afetado, 54,1 milhões de brasileiros têm a sua autoestima afetada, 53,5 milhões de brasileiros têm o seu rendimento profissional afetado e 45,3 milhões de brasileiros têm o apetite afetado.

O head de Negócios Digitais do serviço Negocia Fácil, José Moniz, destaca que a parceria fechada com o Instituto Locomotiva mostra como a empresa já consagrada em cobrança digital está de fato interessada em entender o comportamento dos devedores e, dessa forma, aprimorar o atendimento a esse público. “Além do serviço de recuperação de crédito, nossa marca passa agora a se tornar um observatório das tendências dos consumidores inadimplentes. É algo inédito no mercado”, avalia.

“A inadimplência tem um alto impacto não só no cotidiano de quem vivencia essa realidade; como na economia de modo geral. O brasileiro com as suas contas pagas vive melhor e é mais produtivo. A reação da nossa economia devolverá não só o poder de compra às pessoas, mas a sensação de dignidade, o bem-estar”, comenta Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva.

 

Fonte: Assessoria

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