Cidades
Vigilância Sanitária orienta sobre restrições de lotes da Ypê
Com o objetivo de trazer informações e prevenir riscos à saúde da população, a Vigilância Sanitária (Visa) de Maceió orienta aos estabelecimentos comerciais, distribuidores e demais setores envolvidos a necessidade de cumprimento das orientações relacionadas à RE nº 1.834/2026, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que trata da proibição de uso, distribuição e comercialização dos lotes de numeração final 1 de produtos da marca Ypê.
O órgão também orienta aos consumidores que possuem o lote possivelmente contaminado que suspendam imediatamente o uso e entrem em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa.
“Trata-se de algo muito sério, pois, segundo a Anvisa, foram encontradas falhas no sistema de garantia de qualidade, produção e controle de qualidade, representando riscos sanitários aos consumidores. Por isso, é importante que os consumidores fiquem atentos aos produtos do lote de numeração final 1 e, caso tenha, suspenda o uso imediatamente”, enfatizou o chefe especial da Visa, Airton Santos.
Orientações da Anvisa
Durante reunião técnica de alinhamento com a Anvisa, foram repassadas orientações para atuação dos órgãos de fiscalização, destacando que as ações devem ocorrer, exclusivamente, em relação aos produtos abrangidos pela resolução, observando rigorosamente os lotes e linhas especificadas na medida cautelar, sem ampliar a aplicação para outros produtos da marca que não estejam contemplados na normativa.
“As ações locais devem priorizar a verificação da presença dos produtos atingidos pela medida, a orientação aos estabelecimentos, o acompanhamento da segregação dos itens, o monitoramento do cumprimento das restrições sanitárias e a comunicação de eventuais irregularidades identificadas”, explicou o chefe especial da Visa, Airton Santos.
Ele ainda ressaltou que, neste momento, não deve haver apreensão dos produtos, considerando que o efeito suspensivo da medida permanece mantido. “Outras medidas como recolhimento definitivo, destinação dos produtos ou eventual flexibilização das restrições, dependerão de orientações complementares da Anvisa, considerando que a análise regulatória segue em andamento”, completou.
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