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24 de outubro de 2020 19:43

70 anos de TV: Tribuna Independente conta a história da chegada da TV a Alagoas

Na comemoração desse marco da comunicação no Brasil, o pioneirismo das primeiras transmissões da telinha geradas no Recife, o relato de gente que foi testemunha da novidade nos anos 1960 e a tecnologia aliada aos dias atuais

↑ Torre da TV Educativa (Foto: Edilson Omena)

 

“Babá eletrônica”

O Brasil comemora em 2020 os setenta anos da chegada daquela que já foi chamada de “babá eletrônica” dos tempos modernos: a televisão. O dia 18 de setembro, uma segunda-feira, entrou para a história brasileira como a data da primeira transmissão da TV Tupi, de iniciativa do excêntrico e lendário empresário da Comunicação Assis Chateaubriand, o “Chatô”, em São Paulo.

Era a maior emoção daquele ano quando três câmeras acenderam as luzes para as palavras do ator Walter Forster: “Está no ar a PRF-3-Tv Tupi de São Paulo, a primeira estação de televisão da América Latina!”.

Setenta anos depois, a primeira década, uma era de experimentação, improviso e muita paixão, deixou um legado que excede o pioneirismo. Uma época de valorização da efervescência cultural que o país experimentava.

Por plagas alagoanas, somente dez anos após foi que os primeiros sinais de televisão chegaram à Terra de Zumbi dos Palmares. Eram gerados no Recife, Pernambuco, pelas TV Rádio Clube de Pernambuco (Rede Tupi), canal 6 e TV Jornal do Commercio, canal 2.

Em Maceió, o sinal chegava muito fraco, mesmo assim a inovação despertou o interesse em muita gente, surgindo imediatamente a demanda por televisores.

Governador Luiz Cavalcante (camisa branca) inaugura mais um televisor público nos primeiros anos da década de 1960 no Estado (Foto: Arquivo – Portal História de Alagoas)

Uma notícia publicada no jornal Luta Democrática (RJ) de 5 de abril de 1960 revela esse interesse ao informar o embarque para Maceió do diretor da filial na capital alagoana da Casa Neno, Fábio Ramos, que se fazia acompanhar do técnico em eletrônica da Semp Rádio e Televisão, Manuel Solis Capitain, responsável por “dar assistência técnica aos televisores que a Casa Neno está colocando naquele Estado, onde está sendo captada, com perfeição, a estação de Tv de Recife”.

Percebendo o poder da nova mídia, o empresário e ex-governador Arnon de Mello, que pretendia ser candidato ao Senado em 1962, externou seu interesse em instalar duas emissoras de TV, como registrou o jornal Última Hora de 29 de dezembro de 1961: “O ex-Governador Arnon de Melo vai montar uma estação de televisão em Maceió e outra no Rio. Preparativos para sua campanha eleitoral de 1962”.

Sua pretensão somente foi realizada, parcialmente, 14 anos depois, quando inaugurou a TV Gazeta.

No dia 8 de abril de 1961, a TV Rádio Clube de Pernambuco anunciou no Diário de Pernambuco, que iria instalar uma subestação repetidora “que ampliará consideravelmente o raio de alcance do canal 6”. Explicou a nota que o local escolhido para os equipamentos estaria numa “altitude máxima do trecho Maceió-Recife, e, ao mesmo tempo, que seja próximo da rede de transmissão da Chesf”.

A solicitação do terreno, que deveria medir 100 metros quadrados, foi entregue pessoalmente ao governador Luiz Cavalcanti pelo superintendente dos Diários Associados no Nordeste, jornalista Almeida Castro. O governador garantiu a posse do terreno e assumiu o compromisso de proporcionar outras facilidades.

A grande novidade chega ao Brasil: na imagem, público assiste em bar na capital paulista à primeira transmissão da TV Tupi, do excêntrico Assis Chateaubriand, em 18 de setembro de 1950; já em Alagoas, TV chegaria com 10 anos de atraso (Foto: Arquivo – Portal História de Alagoas)

Dois anos depois, foi feito um teste com uma estação repetidora no bairro do Farol. Estava inaugurada ali a Era da TV nas Alagoas, como noticiou o O Jornal, de 21 de fevereiro de 1963. “Obteve êxito completo a experiência da repetidora de imagens e som das estações de TV de Recife, instalada no Farol. Neste teste não foi usada nem mesmo a metade da potência da repetidora”.

Na praça, o menino pobre se deslumbra com a novidade

O professor e ex-secretário de Educação e Cultura do Estado Douglas Apratto, 75 anos, ainda era um adolescente quando se deparou pela primeira vez com aquela novidade que enchia os olhos. Egresso do município de São Miguel dos Campos, a 41km da capital, Apratto relata como foi testemunhar as primeiras imagens daquele equipamento diferente.

“A televisão chegou a Alagoas com certo atraso. O rádio era na época o meio de comunicação por excelência. Ela apareceu com uma força descomunal, mas pouca gente em Alagoas tinha este aparelho”, conta.

“Lembro que era 1962 quando vim de ‘sopa’ (ônibus) para Maceió estudar. Era assim que se chamava o transporte naquela época. Cheguei à capital para fazer o colegial no colégio Guido, através de uma bolsa que ganhei. Ficava hospedado no ‘Palácio da Fome’, pousada que se localizava por detrás de onde é atualmente o Mercado da Produção”, relembra Apratto.

“Mas quando cheguei a Maceió, parecia que estava numa cidade desenvolvida dos Estados Unidos. E a primeira vez que vi uma TV era cheia de chuvisco, transmissão ruim. O governador Luiz Cavalcante foi quem colocou nas praças os primeiros aparelhos de televisão em preto e branco. Então toda estudantada, adultos iam para ver a grande novidade na praça. Era um chuvisco miserável e a transmissão entrava e saía a todo instante”, conta.

Douglas Apratto na Praça dos Martírios (Foto: Edilson Omena)

Apratto lembra que todo mundo ficava em pé na Praça dos Martírios para assistir à Copa de futebol de 1962, do Chile, mas sempre com o rádio colado ao ouvido. “Era um chuvisco miserável. Mas a praça, que ainda tinha uma fonte luminosa, ficava lotada”, relembra o ex-secretário.

“Nos anos seguintes, as TVs se tornaram uma espécie de adorno nas praças de Maceió, cheias de gente para ver aquela novidade”, completa.

Depois da era difícil de estudante e entrar na faculdade, o menino pobre Douglas Apratto galgou sucesso profissional na carreira e ganhou reconhecimento público, ao assumir como secretário de Educação e Cultura do Governo Divaldo Suruagy nos anos 1970, quando testemunhou o processo de instalação da TV Educativa no Estado.

“Em verdade, o projeto da instalação da primeira TV em Alagoas foi feito no Governo Lamenha Filho, no início dos anos 1970, mas não funcionou. Então, quando fui secretário e presidente do fórum de secretários de Educação do Brasil, peguei o projeto, consegui a retransmissão e emplacamos a TV Educativa”, relata o ex-secretário de Educação.

Essa foi então a primeira concessão para o funcionamento de uma emissora alagoana, conseguida pela Fundação TV Educativa de Alagoas, dirigida por Pedro Torres Neto, Carlos Alberto Mendonça e Rubens Vilar.

Uma das primeiras antenas instaladas para retransmitir imagens para o Estado nos anos 1960 (Foto: Arquivo – Portal História de Alagoas)

Mas a TV Educativa (TVE), canal 3 VHF, foi inaugurada somente em 1984, retransmitindo a programação da TVE-RJ. Em 2001, passou a integrar o Instituto Zumbi dos Palmares.

Luiz Tojal, um pioneiro da telinha na Terra de Zumbi   

A TV Jornal do Commercio também montou repetidora em Maceió. É o que revelou o jornal Última Hora (PE) de 23 de maio de 1963. “Com a inauguração recente da Repetidora de Televisão em Maceió, Canal 9, começa a se estabelecer o intercâmbio artístico entre Recife e a capital alagoana. Ainda ontem, foi lançado na TV-Jornal do Comércio o programa ‘Cidade Sorriso’, como uma das sequências de ‘A Tarde é Minha’”.

E foi assim que, às quartas-feiras, surgia o primeiro correspondente em Maceió de uma televisão, o radialista Luiz Tojal. O radialista apresentou também o consagrado humorista alagoano Geraldo Lopes, conhecido como o ‘homem-show’ de Alagoas.

Somente em 17 de março de 1967, em fase experimental, entrava em funcionamento a ampliação da repetidora. Segundo o jornal de Correio Braziliense, de 18 de março de 1967, os equipamentos eram mais “poderosos”. “E a imagem da TV-Rádio Clube e TV-Jornal do Comércio, do Recife, chegou realmente em condições extraordinárias. A população já não assistia à TV há (sic) quase um mês”, informava a nota.

Em 1967, Alagoas instalava as últimas e modernas estruturas que haviam começado em 1964 para a interligação telefônica com Recife, via rede de micro-ondas. Uma dessas modernizações foi a substituição da antena que ficava sobre a caixa d’água no Mirante de Santa Terezinha, no Farol, por uma situada na Santa Amélia, com 82 metros de altura, inaugurada em 16 de abril de 1968.

Radialista Luiz Tojal, o precursor da transmissão televisiva em Alagoas (Foto: Arquivo – Portal História de Alagoas)

Sabendo das melhores condições desta nova antena, o Clube dos Diretores Lojistas procurou a Companhia Telefônica de Alagoas, CTA, e solicitou permissão para instalar nela um retransmissor das TVs pernambucanas.

Em 8 de junho de 1969, o Diário de Pernambuco informava que estava “em péssima situação a estação repetidora de televisão de Alagoas. Para dar soluções ao problema, reuniram-se o general Mário Lima, deputados Teobaldo Barbosa, Alcides Falcão, Ezequias Alves, Cláudio Magalhães, Euclides Bandeira e Alexandre Milito”.

O general Mário Lima, presidente da Companhia Telefônica de Alagoas, garantiu que procuraria o superintendente da Embratel, Nedio Lima para discutir o assunto. Em abril de 1970, o problema continuava sem solução. A novidade foi o esforço concentrado do governo do Estado para garantir boa qualidade de imagens durante a Copa do Mundo daquele ano, que aconteceria alguns meses depois.

Em Alagoas, uma das antenas foi determinante para a interligação com Recife. Ficava no Monte Branco, em Joaquim Gomes, na Serra da Mariquita.

Mesmo com problemas, TV chega a alagoas e encanta nativos

Primeiras TVs alagoanas e as cores: um novo mundo se abria  

Mas a primeira experiência com uma emissora de televisão alagoana aconteceu em Maceió no ano de 1968. A notícia sobre essa iniciativa foi publicada no Diário de Pernambuco, de 17 de janeiro de 1968. “Desde ontem funciona a TV-Maceió, Canal 2, em fase experimental. A primeira emissora de televisão de Alagoas pertence a um grupo econômico liderado pelo senhor Napoleão Barbosa”.

Na ilustração ao lado propaganda da “Casa Guido”, com modelo da National, ainda mais antigo e um dos primeiros a chegar a Alagoas em cores (Imagem: Arquivo – Portal História de Alagoas)

A primeira transmissão em cores da TV brasileira aconteceu às 14h45, de 19 de fevereiro de 1972. As imagens eram da tradicional Festa da Uva, no Rio Grande do Sul.

O presidente Médici inaugurou o evento que foi transmitido pela Embratel para todo o país utilizando o sistema PAL-M.

Foi ainda em 1972 que ocorreu a primeira recepção de uma transmissão de televisão em cores em Maceió. Um televisor cedido temporariamente por uma loja foi colocado no Ginásio do Colégio Estadual de Alagoas na noite de 18 de outubro.

O grande marco, no entanto, na história da TV no Estado foi o funcionamento da TV Gazeta de Alagoas, em 16 de maio de 1974 em fase experimental. Somente em agosto do ano seguinte foi que suas primeiras imagens chegaram aos televisores de Maceió.

No dia 3 de setembro de 1974 foi lançada a pedra fundamental do edifício da TV Gazeta, canal 7, com a presença do governador Afrânio Lages e do diretor-presidente da empresa, Pedro Collor de Melo.

Antena repetidora da CTA, na Serra da Mariquita, no município de Joaquim Gomes, em 1964: uma das primeiras repetidoras do sinal de TV gerada na cidade do Recife para Alagoas (Foto: Arquivo – Portal História de Alagoas)

A afiliada da Rede Globo foi inaugurada em 27 de setembro de 1975 e se diferenciava das outras empresas nordestinas por receber o sinal diretamente da TV Globo. As demais eram alimentadas por retransmissão da emissora da TV Globo de Recife.

A programação era reduzida, tendo início às 15 horas com o “O Mundo Maravilhoso da Criança”, uma produção local e exibida ao vivo. À meia-noite, após o último filme, o canal saía do ar.

No início, como o custo era muito elevado para exibir toda a programação nacional ao vivo, esse luxo ficava somente para o “Jornal Nacional” e o “Fantástico”. As novelas e outros programas como o Silvio Santos chegavam em fitas quadruplex e iam ao ar com até um mês de atraso.

O primeiro diretor de Programação da TV Gazeta foi o pernambucano Amarílio Nicéas e o diretor comercial foi Edécio Lopes. Amarílio faleceu em acidente automobilístico quando voltava de Caruaru. (Reportagem continua na página 4).

Concorrência braba na luta por imagens

Já a TV Alagoas teve concessão para o funcionamento deste canal conquistado pela empresa Rádio Educadora Sampaio Ltda. Para conseguir essa outorga, o Grupo Sampaio teve que enfrentar uma difícil concorrência no início em agosto de 1974, quando o ministro Quandt de Oliveira divulgou em Maceió um edital, abrindo concorrência para mais um canal de televisão para Alagoas. Os pretendentes tinham 45 dias para apresentar suas habilitações.

Debate de candidatos a governador de Alagoas em 1986, na telinha da TV: jornalista Flávio Gomes, do Tribuna Independente, faz a mediação entre os  postulantes (Foto: Arquivo – Portal História de Alagoas)

A TV Alagoas, canal 5 VHF, foi inaugurada no dia 30 de janeiro de 1982, mas já vinha transmitindo imagens do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), empresa do Grupo Silvio Santos, há algum tempo, em caráter experimental.

A TV Pajuçara, por sua vez, teve concessão para explorar um canal de televisão em Maceió oficializada em junho de 1988.

Outras TVs por estas plagas

*** Afiliada à Rede Mulher, outra que entrou no ar foi a TV Cidade em 2008, canal 9. Com a extinção da Rede Mulher, a TV Cidade torna-se afiliada da Record News, atualmente, o único canal de notícias 24 horas na TV aberta do país.

***TV Farol

Operando no canal 16 (17 UHF digital) a TV Farol de Maceió pertence à Fundação Quilombo, instituição liderada pelo ex-deputado alagoano João Caldas. Entrou em funcionamento no dia 20 de novembro de 2009.

*** Rede 21

Em 2010 a Rede 21 passa a ser transmitida para Maceió no canal 18.

José Amaro e esposa assistem ainda hoje TV em modelo à moda antiga: tubo (Foto: Edilson Omena)

*** Rede TV!

Ainda em 2010 a Rede TV! passou a transmitir na capital pelo canal 20.

Aparelhos à moda antiga ainda fazem sucesso por estas bandas

Nada de TV de led ou plasma, full HD, nada de conversor digital integrado, enfim, nada de modernidade no equipamento (telinha) que revolucionou o Brasil nos anos 1950.  Não na casa de “seu” Amaro José dos Santos, 62 anos. Jeito simples, casa rústica e uma TV de 14 polegadas, de tubo, da marca Semp Toshiba “das antigas”.  Acomodado com a mulher, dona Marinilza, Amaro comprou um aparelho com a velha engenhoca recentemente, assiste feliz toda programação e diz que não troca o aparelho por nenhum equipamento moderno.

Quando viu pela primeira vez um na sua frente, era menino ainda. Morava no Povoado Porto da Rua, pertencente ao município de Porto de Pedras, a 74 km de Maceió. Amaro mora atualmente no bairro de Riacho Doce, na capital. “Era uma festa para toda criançada na pracinha do povoado quando a gente via imagens em preto e branco daquele bicho (aparelho de TV)”, ri Amaro, ao lembrar da primeira telinha que viu na vida, uma Philips com tubo e válvulas. Avesso à modernidade dos aparelhos, disse que, com a mais recente, já comprou umas cinco antigas. Uma das testemunhas de que ainda existe público para os antigos aparelhos de TVs de tubo é o proprietário de uma eletrônica Horácio Santos, que vendeu a TV das antigas a “seu” Amaro. “Ainda tem saída, sim”, resumiu o comerciante.

Tecnologia: a convergência de mídias e a TV

Do ponto de vista do mercado profissional de quem trabalha com comunicação em Alagoas, a possibilidade de se ter acesso à TV pelo celular ou tablet tem imposto ao setor transformações em um ritmo muito acelerado. A história da TV, de agora por diante, tende a ser outra, como atestam Paulo Gabriel, presidente da Cooperativa de Jornalistas e Gráficos de Alagoas (Jorgraf e detentora da marca Tribuna Independente), e o diretor financeiro da cooperativa, Flávio Peixoto, ao falarem sobre a TV Tribuna.  “Hoje temos mudanças que apresentam novas possibilidades com o advento da internet que proporciona formatos digitais para transmissão das imagens que já impactam na realidade dos tradicionais canais de TV”, afirma Gabriel.

“Diante das novas formas de compartilhamento de informações, a Cooperativa de Jornalistas e Gráficos de Alagoas iniciou uma experiência em seu portal tribunahoje.com de oferecer conteúdo jornalístico, através do streaming, da TV Tribuna. É o começo e um momento para alcançar e difundir o jornalismo profissional e responsável para públicos de diversos espaços disponibilizados com o avanço tecnológico”, completa Flávio Peixoto.

Consertando uma engenhoca de TV “das antigas”, Horácio, dono de uma loja de aparelhos de televisão, afirma que ainda há clientes para assistir (Foto: Edilson Omena)

Sobre canais fechados de TV, Alagoas tem cinco com acesso somente por contrato com os distribuidores, no qual se estabelece o pagamento por este serviço.

Quatro deles têm sede Maceió (TV Mar, TV Cidade, TV Maceió Agora, TV Com e TV Assembleia) e um em Arapiraca (TV Oops).

O primeiro canal a cabo a funcionar no Estado foi a TV Com de Maceió. Iniciou as transmissões em 18 de outubro de 2001 pela BigTV Maceió, antecessora da operadora NET. Voltado para as comunidades da capital, a TV Com é transmitida pela operadora de televisão NET no canal 12.

Já a TNH1 TV, da Pajuçara Sistema de Comunicação, teve início em 2012 hospedada no Canal 26 da NET. Funcionou até fevereiro de 2015.

Em maio de 2014, entrou no ar em caráter experimental a TV Cada Minuto no canal 24 da NET.  A inauguração prevista para outubro de 2014 não aconteceu.

O técnico Arthur Melo; o presidente da Jorgraf, Paulo Gabriel, e Flávio Peixoto: aposta no streaming, da TV Tribuna, como começo e momento para alcançar e difundir conteúdo em novos formatos (Foto: Edilson Omena)

Atualmente, todos estes os canais têm veiculado imagens pela internet. Alguns outros surgiram também explorando este espaço digital com relativo sucesso.

Fonte: Tribuna Independente / Texto: Wellington Santos com Colaboração: Edberto Ticianeli

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