Cidades

23 de junho de 2017 12:13

Missa de 7º dia de diretora do Sinteal é celebrada na Igreja do Livramento

Cônego Claudinier José Medeiros da Silva celebrou a missa em Maceió na manhã desta sexta-feira

Numa manifestação de fé na ressurreição, familiares e amigos de uma das fundadoras do Sinteal (Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas)  Renilda Nunes, de 65 anos, mais conhecida como ‘Rena’, estiveram presentes na missa de 7º dia celebrada pelo cônego Claudinier José Medeiros da Silva, na Igreja de Nossa Senhora do Livramento, no Centro de Maceió, na manhã desta sexta-feira (23).

Renilda Nunes foi homenageada com vários vídeos de dirigentes e funcionários do Sinteal que destacaram a sua trajetória de luta enquanto diretora e professora do ensino fundamental. Ela faleceu no último sábado de embolia pulmonar.

Para a presidente do Sinteal, Consuelo Correia, o que mais ficou forte foi a participação de Renilda como uma das fundadoras do principal sindicato de Alagoas. “Ela sempre esteve presente desde a APAL (Associação dos Professores de Alagoas), e deixa um legado importante para todos nós, que é o Sinteal”. “Ela tinha uma valentia, espírito guerreiro de luta e articulação, nos bastidores nos encorajava com sua perspicácia. Nós estávamos no cotidiano na luta externa, mas internamente ela nos dava suporte com sua habilidade”, enfatizou.

“Quando a gente pensava, ela já tinha encaminhado e resolvido. Ela dizia que não gostava de política, mas fazia política do jeito dela. Era atualmente secretária de patrimônio da entidade e literalmente um patrimônio vivo para o Sinteal, deixou um legado e muita saudade no coração de todos”, frisou.

O cônego Claudinier na homilia em solenidade do Coração de Jesus ao Pai da Misericórdia destacou que Renilda partiu para viver a acolhida do face a face com Deus, como o desejo de todo filho de contemplar a face de seu pai. “Ela foi levada para o lugar que Jesus preparou e seu corpo foi devolvido à terra”.

MISSA DE 7º DIA

A celebração do 7º dia é associada à criação operada por Deus ao longo de seis dias, sendo que no sétimo descansou. “Deus concluiu no sexto dia a obra que fizera. E no sétimo dia descansou, depois de toda a obra que fizera”, afirma a Bíblia (Gn 2,2). No dia, pois, em que Deus descansou temos o ensejo de pedir a Deus pela pessoa querida, para que descanse em paz.

No Brasil, a tradição da missa de 7º dia foi se enraizando mais fortemente que em outros países como meio para vencer as dificuldades de comunicação a respeito da morte de alguma pessoa da família e das distâncias para os familiares se fazerem presentes ao enterro. Ao longo da semana, a notícia do falecimento chegava longe e o povo vinha mostrar solidariedade por ocasião do 7º dia.

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