Brasil
Temer assina decreto que autoriza atuação das Forças Armadas no RJ
Atuação das Forças Armadas no estado será em apoio às ações do Plano Nacional de Segurança Pública
O presidente Michel Temer assinou nesta sexta-feira (28) decreto que autoriza o emprego das Forças Armadas para a garantia da lei e da ordem no Rio de Janeiro.
O decreto, que está publicado em edição extra do Diário Oficial da União, autoriza a permanência dos militares no Rio de hoje até o dia 31 de dezembro. A atuação das Forças Armadas no estado será em apoio às ações do Plano Nacional de Segurança Pública.
Atualmente, o uso das Forças Armadas deve ser autorizado por meio de decreto presidência, para garantia da lei e da ordem. A Constituição Federal permite que as Forças Armadas, por ordem presidencial, atuem em ações de segurança pública em casos de grave perturbação da ordem e quando o uso das forças convencionais de segurança estiver esgotado.
Violência no Rio
As Forças Armadas vão reforçar a segurança no Rio, que vive um aumento dos casos de violência, assustando a população. Nas últimas semanas, por exemplo, a Linha Vermelha, uma das principais vias da cidade, foi alvo de tiroteios entre policiais e criminosos, obrigando os motoristas a deixar os carros na via e agachar do lado de fora para não ser atingidos.
A violência tem afetado a rotina das escolas na capital fluminense. De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, somente neste ano, uma em cada quatro escolas teve que fechar durante determinados períodos ou foi forçada a interromper as aulas por causa dos tiroteios ou outros tipos de confrontos.
Mais lidas
-
1Polo Cloroquímico
Braskem: punição por vazamento em Marechal Deodoro depende do TJ/AL
-
2Aliciamento
Polícia Civil prende investigado por estupro de vulnerável em São Miguel dos Campos
-
3Sertão
PRF prende, pela 2ª vez em menos de 3 meses, homem por tráfico e porte ilegal de arma em Santana
-
4Três protagonistas, três realidades diferentes
Desligue!: filme expõe golpes digitais e choca com história real
-
5Pesquisa
Mais de 60% dos brasileiros têm sobrepeso; ultraprocessados elevam riscos



