Saúde

11 de Janeiro de 2018 10:33

Somente 8% das pessoas conseguem cumprir as resoluções de Ano Novo

Saiba como manter a motivação e não desistir das metas e desafios propostos para 2017

↑ Imagem ilustrativa

Uma revista de psicologia norte-americana recentemente publicou um estudo apontando que somente 8% das pessoas conseguem cumprir suas resoluções de Ano Novo. Geralmente, até o final de janeiro, cerca de um terço das novas metas – que muitas vezes incluem mudanças no estilo de vida e mais cuidados com a saúde – já terão sido descartadas.

Rita Calegari, psicóloga da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, explica que fazer planos e não conseguir cumprir pode gerar um efeito desmotivador nas pessoas, uma vez que a reincidência do fracasso tende a fragilizar a autoconfiança do indivíduo. “Novas metas podem ser muito positivas para nosso desenvolvimento. No entanto, eles devem ser realistas e alcançáveis. Do contrário, estaremos criando uma armadilha pessoal que terá o efeito contrário.”

Como é possível, então, administrar e manter essa motivação viva e funcional ao longo do ano? Rita sugere, além da criação de metas centradas e realizáveis, o planejamento da estratégia e dos recursos disponíveis. “Desta forma, as resoluções podem durar um ano ou a vida inteira – e não somente os primeiros dias de janeiro. É preciso ter consciência, também, de que motivação é um fator intrínseco – cabe ao indivíduo desenvolver e manter. Há pessoas que desistem na menor dificuldade, mesmo estando cercada de recursos, enquanto outras, apesar das barreiras, se esforçam até conseguirem se realizar.”

Saúde como meta

Neste início de ano, além das novas metas e expectativas, é importante dar atenção aos cuidados com a saúde.  A realização periódica de exames preventivos e o acompanhamento médico são ferramentas importantes na detecção e tratamento de doenças, de forma segura e precoce. É importante buscar especialistas e solicitar o check-up médico, que é realizado com o objetivo de garantir que está tudo em ordem com a saúde e diagnosticar, caso necessário, alguma condição que ainda não tenha se manifestado por meio de sintomas.

Geralmente, a recomendação é realizar os principais exames de acordo com a sua faixa etária anualmente a partir dos 40 anos, tanto para o público feminino, quanto masculino. Além disso, deve-se também levar em consideração o histórico familiar.

 

Fonte: Assessoria

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