Mundo
Família de brasileira que diz ter sido agredida por marido coreano confirma retorno dela ao Brasil
Jackeliny Bastos afirmou em redes sociais que além de ter sido agredida, foi colocada para fora de casa pelo marido.
Dois dias depois de a brasileira Jackeliny Bastos, 34 anos, usar redes sociais para denunciar ter sido agredida e expulsa de casa sem dinheiro algum pelo marido coreano, a família dela, que mora em Santarém, oeste do Pará, conseguiu arrecadar o dinheiro necessário para ela voltar ao Brasil nesta segunda-feira (4).
Ainda muito abalada com tudo que foi relatado pela filha, Rubenita Bastos, confirmou ao g1 que Jackeliny deve chegar ao Brasil ainda hoje, e que ela não vê a hora de reencontrar e acolher a filha.
Jackeliny, que estava morando na Coreia do Sul, usou suas redes sociais no último sábado (2) para pedir socorro.
"Me ajudem, fui agredida e jogada para fora de casa pelo meu marido".
Jackeliny conheceu o homem identificado como Jinyong Lee em uma rede de relacionamentos, em março de 2022. Em novembro do mesmo ano ele veio ao Brasil para que os dois se conhecessem pessoalmente. A brasileira se apaixonou pelo coreano que demonstrava ser um homem educado e afetuoso, e não demorou para que ela fosse morar com ele na Coreia do Sul.
Ainda de acordo com os relatos da brasileira, em redes sociais, pouco tempo depois de chegarem à Coreia, Jinyong Lee mudou de comportamento, mostrando uma face violenta.
“Eu fui enganada, vivi um casamento maravilhoso, onde tudo era bom, mas ele se transformou em duas semanas. Ele não me deixava ter acesso ao celular, eu nem comia porque tudo era jogado na minha cara, ele dizia que só ele comprava. Eu não almoçava e às vezes nem jantava”, contou Jackeliny, em vídeo publicado no Instagram.

Jackeliny afirmou que além de ter sido agredida, foi colocada para fora de casa pelo marido, sem acesso a seus cartões de crédito. E que sua situação não ficou pior, porque ela foi acolhida por mulheres coreanas que se sensibilizaram com a situação da brasileira.
A família ainda tenta levantar mais algum dinheiro para custear a passagem de Jackeliny de São Paulo para Santarém, no oeste do Pará.
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