Educação
Sinteal cobra soluções para crise no Cepa e define agenda de luta
Sindicato reforça que modelo técnico desorganiza a rede e compromete a qualidade da educação
O Sinteal visitou o Cepa na manhã desta segunda-feira (2) para discutir a situação das escolas lá localizadas, que sofrem esvaziamento, falta de estrutura e devolução de professores com os profissionais da educação, ficando definida uma agenda de lutas para as próximas semanas.
Segundo Izael Ribeiro, presidente do Sinteal, a primeira parte da agenda de lutas contará com reunião com o Ministério Púbico de Alagoas, que ainda será agendada; uma ala do Cepa na Marcha dos Aposentados, em 27 de março; e uma série de atividades de mobilização, para além das escolas do Cepa.
“As escolas do Cepa foram tornadas em escolas técnicas e isso tem gerado uma série de problemas. Desde a falta de estrutura, pois são integrais, à devolução de professores à Seduc por causa da redução do número de matrículas porque os estudantes não têm demonstrado interesse nesse formato de ensino”, relata. “Além do que, as escolas também não possuem a devida estrutura para o ensino técnico”, completa Izael Ribeiro.
O presidente do Sinteal ainda destaca que o esvaziamento das escolas do Cepa tem gerado superlotação em escolas da modalidade regular de outras localidades.
“O formato técnico não permite o ingresso de novos estudantes durante o decorrer do curso, que começa no primeiro ano e segue até o terceiro, o que aumenta a desorganização da rede gerando as vagas ociosas, além de não ter professores para ministrar essas aulas”, comenta o presidente do Sinteal.
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