Cidades

Caso Joba: audiência começa com depoimentos de réus e testemunhas em Maceió

Acusados de matar Johanisson Carlos Lima Costa serão ouvidos por videoconferência

Por Tribuna Hoje com agências 19/08/2026 11h34
Caso Joba: audiência começa com depoimentos de réus e testemunhas em Maceió
Joba foi assassinado em 23 de janeiro, no bairro Santa Lúcia, em Maceió - Foto: Reprodução


Começou nesta quarta-feira (19), no Fórum de Maceió, a audiência de instrução do processo que apura a morte de Johanisson Carlos Lima Costa, conhecido como Joba, ex-coordenador das categorias de base do CRB. O crime ocorreu em janeiro deste ano, no bairro Santa Lúcia, em Maceió.

Os réus Ruan Carlos Ferreira de Lima Albuquerque e Symeone Batista dos Santos, que estão presos, participam da audiência por videoconferência. Eles são acusados pelo homicídio do ex-coordenador.

Ruan Carlos Ferreira de Lima Albuquerque

Symeone Batista dos Santos


A sessão reúne representantes do Ministério Público de Alagoas (MPAL) e das defesas dos acusados. Ao todo, 14 testemunhas foram intimadas: oito indicadas pelo Ministério Público e seis pelas defesas.

Depoimentos devem avançar processo

Segundo informações, todas as testemunhas compareceram ao Fórum de Maceió e devem prestar depoimento. A audiência foi marcada desde o dia 14 de julho e não tem previsão para terminar nesta quarta-feira.

A fase de instrução serve para colher depoimentos de testemunhas e dos réus antes das próximas etapas do processo judicial.

Joba foi morto a caminho do trabalho

Johanisson Carlos Lima Costa tinha 33 anos e trabalhava na coordenação das categorias de base do CRB. Na manhã do dia 23 de janeiro de 2026, ele seguia para um ponto de ônibus no bairro Santa Lúcia, onde pegaria uma van para o CT Ninho do Galo, local de trabalho na Barra da São Miguel, Litoral Sul de Alagoas.

Antes de chegar ao transporte, Joba foi atingido por um tiro na cabeça.

As investigações apontaram a participação de Symeone Batista dos Santos, que aparece em imagens de câmeras de segurança auxiliando na fuga do autor dos disparos. Em depoimento, ele afirmou ter atuado como intermediador e disse que o crime teria sido planejado por Ruan Carlos Ferreira de Lima Albuquerque, apontado na investigação como suposto mandante.