Cidades
Aumenta para 30 o número de corpos não reclamados sepultados pelo IML de Maceió
O chefe do IML de Maceió, perito médico legista Diogo Nilo, destacou que a unidade de medicina legal coletou material genético de todos esses corpos, para posterior identificação por exame de DNA
O Instituto de Medicina Legal Estácio de Lima (IML de Maceió) sepultou mais quatro corpos não reclamados que estavam superlotando a câmera fria do órgão integrante da Polícia Científica de Alagoas. Dessa vez as inumações aconteceram no município de Jacuípe, na zona da mata alagoana.
O técnico forense Avelar Costa Filho que está responsável pelas inumações, explicou que elas aconteceram no Cemitério Municipal São Caetano de Thiene após tratativas com a Prefeitura de Jacuípe. Um dos cadáveres deu entrada na unidade de medicina legal em 2019 e os outros três no ano de 2020, e na época todos eles foram recolhidos na região administrativa do município.
Além de Jacuípe, o IML de Maceió já realizou 15 sepultamentos em Rio Largo, 7 em Maragogi, 2 em Satuba, e 2 no Pilar. Agora dos 150 corpos não reclamados, a maioria sem identificação, restam 120 vinte, mais da metade (69) são do município de Maceió, que esta semana começou a construir novas gavetas para sepultamento vertical no Cemitério São José no bairro Trapiche da Barra.
O chefe do IML de Maceió, perito médico legista Diogo Nilo, destacou que a unidade de medicina legal coletou material genético de todos esses corpos, para posterior identificação por exame de DNA. Essas amostram estão sendo inseridas na Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG) na tentativa de localizar um familiar para garantir a essas pessoas, um sepultamento mais humano e digno.

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