Cidades
Começa a crescer procura por pescados para cardápio da Semana Santa
As vendas de pescados começaram a aquecer desde o domingo (10), nos mercados públicos de Maceió. Por conta da demanda da Semana Santa esses locais já funcionam em horário ampliado para atender o consumidor.
Ubirlene Omena é vendedora de peixes e outros frutos do mar no Mercado Público do Tabuleiro. Entusiasmada, ela disse que esta semana já começou muito boa. “A expectativa é excelente. O ano passado, mesmo com a pandemia, vendemos muito. Este ano deve ser melhor ainda”, afirmou a comerciante.
Para atender a procura típica da época, o Mercado do Jacintinho abre nesta terça-feira (12), das 5h às 14h. Na quarta (13), e quinta-feira (14), das 5h às 17h. Já na Sexta-Feira Santa, abre no mesmo horário, porém, fecha às 12h.
O Mercado do Tabuleiro abre das 4h às 17h desta terça-feira (12) até a quinta-feira (15). Já na Sexta-Feira da Paixão, o local permanece aberto apenas até às 13h. O Mercado da Produção abre nesta terça às 5h e o atendimento se estende até às 16h. Na quarta e quinta-feira o horário será ampliado em mais uma hora, ficando aberto até às 17h. Na Sexta Maior, o atendimento no local também será somente até às 13h.
Já o Centro Pesqueiro de Jaraguá, apesar de abrir um pouco mais tarde, às 6h, permanece aberto até às 19h, oferecendo a oportunidade de compras aos consumidores que não conseguiram garantir o almoço da Semana Santa, durante o dia. A exceção será na Sexta-Feira Santa, com o fechamento às 12h.
O preço do pescado nestes mercados varia conforme a espécie. Segundo Ubirlene, vendedora no Mercado do Tabuleiro, peixes como a tilápia, de cativeiro, e a pescada podem ser adquiridos no local por R$ 20 o quilo. No mesmo mercado, tanto o sururu quanto o peixe curimã estão de R$ 25 o quilo, a cioba R$ 35 e o dourado R$ 50. Entretanto, é possível encontrar peixes mais acessíveis ao bolso, como a tainha que está de R$ 13.
O nutricionista Luã David afirma que é possível manter a tradição do consumo de pescados com o mesmo sabor e propriedades nutricionais sem onerar tanto o bolso. Para isso, ele sugere a substituição de peixes mais caros como o bacalhau por outros, a exemplo do cação, linguado, merluza e sardinha. “Todos os pratos são preparados de maneira bem parecida e também muito saborosos. O sururu e o maçunim também são opções mais baratas e deliciosas. Outra maneira de economizar é recorrer às feiras livres, onde esses pescados costumam ser frescos e têm preços mais acessíveis”, alertou David.
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