Política

Vinte e quatro deputados tentam a reeleição

Dos 27 eleitos em 2022, apenas três estão fora da disputa este ano em ainda assim, indicam sucessores para Assembleia Legislativa

Por Emanuelle Vanderlei - repórter / Tribuna Independente 13/08/2026 08h36 - Atualizado em 13/08/2026 08h47
Vinte e quatro deputados tentam a reeleição
No plenário da ALE, deputados vão buscar se manter nos mandatos e outros disputam cargos diversos - Foto: Ascom ALE

Com as convenções realizadas e as atas registradas, estão mais definidas as direções dos parlamentares para as eleições deste ano. Entre os 27 deputados estaduais eleitos em 2022, quase todos tentam a reeleição. Serão 24 nomes tentando a reeleição. Fora três suplentes, que chegaram a assumir as cadeiras, e já estão concorrendo à reeleição.

A maior bancada, com mais de metade das cadeiras da Casa, indo para a reeleição, é o MDB. São 14 nomes inscritos: Marcelo Victor (MDB), Remi Calheiros (MDB), André Silva (MDB), Lelo Maia (MDB), Alexandre Ayres (MDB), Dudu Ronalsa (MDB), Inácio Loiola (MDB), Ricardo Nezinho (MDB), Gilvan Filho (MDB), Francisco Tenório (MDB), Marcos Beltrão (MDB), Gabi Gonçalves (MDB), Fátima Canuto (MDB), Cibele Moura (MDB).

A Federação Brasil da Esperança ocupa quatro cadeiras. Três do PT, com Ronaldo Medeiros (PT), Breno Albuquerque (PT) e Marcos Barbosa (PT), e uma do PV, ocupada por Silvio Camelo (PV).

A Federação União Progressista tem destaque com cinco nomes. Três do União Brasil, Mesaque Padilha (União Brasil), Antonio Albuquerque (União Brasil) e Delegado Leonam (União Brasil). E dois do Progressistas, representado por Fernando Pereira (PP) e Rose Davino (PP).

O PL mantém como único representante atualmente na Assembleia Legislativa o deputado Cabo Bebeto (PL).

Além desses alguns suplentes que ocuparam, ou ainda estão ocupando as cadeiras ao longo do mandato, também estão na disputa. São eles Ângela Garrote, que concorre pela Federação União Progressista, e os petistas Judson Cabral e Elida Miranda, que ocupam atualmente as cadeiras de Ronaldo Medeiros (PT) e Silvio Camelo (PV).

Outros casos, apesar de não colocarem o próprio nome para a disputa, tentam emplacar representantes. É o caso do Dr. Wanderley (MDB), que sai para disputar o Senado e pede votos para o filho, Hugo Wanderley, ex-prefeito de Cacimbinhas e ex-presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (MDB). A deputada Flávia Cavalcante (MDB) faz o caminho contrário, e sai da disputa para dar espaço ao pai, Cícero Cavalcante (MDB), ex-prefeito de São Luiz do Quitunde.

Bruno Toledo, que era do MDB, está fora da disputa também porque durante o mandato atual se tornou conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, e em seguida ocupou a presidência, deixada pelo próprio pai, Fernando Toledo, que se aposentou. Quem assumiu a cadeira de Toledo foi Galba Novaes (MDB), que vai disputar o cargo de deputado federal. Carla Dantas (MDB) também não pretende buscar a reeleição, em suas redes, ela declara apoio a Paulinho Mendonça para o cargo.

Vale destacar que, apesar de não ocupar nenhuma cadeira na ALE, o PSDB apresenta uma chapa com nomes fortes, e busca um espaço. Entre os nomes apresentados na ata, destacam-se Lucas Barbosa, filho do prefeito de Arapiraca, o ex-prefeito de Inhapi Tenorinho Malta, os ex-deputados estaduais Edval Gaia e Leo Loureiro, e os ex-vereadores por Maceió Francisco Sales, Oliveira Lima, Pastor João Luiz, Ronaldo Luz e João Catunda. No entanto, esse último é alvo de processo pelas eleições de 2022, está inelegível.