Política

Presidente do TJ/AL acompanha implantação do eproc no 3º Juizado da Capital

Novos processos deverão ser protocolados por meio do sistema, que substitui o SAJ

Por Dicom TJ/AL 03/07/2026 13h35
Presidente do TJ/AL acompanha implantação do eproc no 3º Juizado da Capital
Fábio Bittencourt acompanhou as orientações passadas pelo diretor-geral do TJAL sobre o eproc - Foto: Caio Loureiro / Dicom TJ/AL

O presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), Fábio Bittencourt, acompanhou a implantação do eproc no 3º Juizado Especial de Maceió, nesta sexta-feira (3). O sistema de gestão processual substitui o SAJ.

Para o desembargador, o eproc traz avanço e celeridade na prestação jurisdicional. Bittencourt reforçou ainda a importância de os advogados estarem atentos às mudanças. "É importante que todos do sistema de justiça acompanhem a mudança do SAJ para o eproc, pois só assim iremos conseguir êxito com essa mudança de sistema".

O juiz Sérgio Carvalho, titular do 3º Juizado, afirmou que o eproc representa uma evolução. "É uma modernização do sistema anterior, dessa vez já usando a inteligência artificial, sempre para colocar a justiça mais próxima da comunidade", afirmou o magistrado, que, por meio da nova ferramenta, já assinou minuta designando audiência.

"Percebi que o acesso ao processo fica mais fácil [com o eproc]. Isso auxilia o trabalho", disse o juiz.

Os processos já existentes no SAJ continuarão tramitando normalmente na plataforma, até que sejam finalizados ou até que ocorra eventual migração do acervo. A mudança para o eproc vale apenas para os novos peticionamentos iniciais.

Para utilizar o eproc, os advogados devem acessar o endereço https://www.tjal.jus.br/eproc. Na página do sistema, estão disponíveis opções para peticionamento, cronograma de implantação, manuais e tutoriais.

O TJAL disponibiliza uma equipe de apoio no 3º Juizado Especial Cível da Capital para orientar na utilização do novo sistema. Segundo a diretora de secretaria Virgínia de Albuquerque, o eproc deve otimizar os trabalhos na unidade. "A expectativa é positiva".

O diretor-geral do TJAL, Magno Vitório, e a juíza Maria Verônica Correia, do 1º Juizado da Capital, também acompanharam a implantação do sistema.