Política
Comissão da Assembleia acompanha investigação sobre morte de elefante-marinho em Alagoas
Encontros tiveram como objetivo acompanhar o andamento das investigações e definir como a Comissão auxiliará no caso, que ganhou repercussão estadual e nacional
O presidente da Comissão de Meio Ambiente e Proteção dos Animais da Assembleia, deputado Delegado Leonam (União Brasil), fez uma série de reuniões nesta quinta-feira, 9, com representantes de órgãos ambientais para discutir a morte de um elefante-marinho, registrada no litoral de Alagoas. Os encontros tiveram como objetivo acompanhar o andamento das investigações e definir como a Comissão auxiliará no caso, que ganhou repercussão estadual e nacional.
De acordo com o parlamentar, já foi descartada a hipótese de morte natural ou causada por outro animal. “A intenção do encontro foi saber como andam as investigações e como a Comissão poderá contribuir com a elucidação deste caso. Já foi descartada a possibilidade de morte natural, bem como este animal ter vindo a óbito por ação de outro ser vivo da natureza, que não um ser humano”, afirmou. Leonam também destacou que há indícios de ação criminosa. “Sabemos que o crime foi cometido por um ou mais indivíduos, que só fizeram isso por pura perversidade. Precisamos dar uma resposta não só ao povo alagoano, mas ao país”, declarou.
Durante as reuniões, o parlamentar recebeu a informação de que o corpo do animal foi encaminhado para perícia em Brasília, a pedido da Polícia Federal, com solicitação feita pelo Instituto Biota. Após os exames, deverá retornar ao Estado. Para o deputado, é importante que o animal seja mantido como símbolo da violência contra a fauna. "Ficamos felizes ao saber que, após essa perícia, o corpo retornará para Alagoas, para que permaneça como símbolo da violência humana contra os animais”, disse.
As investigações também avançam no local onde o elefante-marinho foi encontrado, no município de Jequiá da Praia. Moradores da região já foram ouvidos, e a expectativa é de que os responsáveis sejam identificados em breve. “Com as informações coletadas, em breve espaço de tempo, devemos chegar à conclusão de quem fez isso com o elefante-marinho, para que seja responsabilizado penalmente”, acrescentou.
Por fim, o deputado ressaltou a importância de ações preventivas. “Temos que, além de punir quem fez isso, fazer um trabalho preventivo, a fim de que possamos aprender a conviver com os animais”, concluiu.
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