Política
Lei do deputado Inácio torna o forró Patrimônio Cultural e Imaterial de Alagoas
Para o parlamentar, ritmo é uma riqueza tradicional oriunda do sertão que invadiu e conquistou as cidades por representar o jeito de vida do homem da zona rural
Como defensor e apaixonado pela cultura e sociologia nordestina, o deputado estadual Inácio Loiola emplacou mais uma proposição ligado ao setor que virou lei. Trata-se do projeto Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado de Alagoas que considera o Forró como Gênero Musical Nordestino aprovado na Assembleia Legislativa e sancionado pelo Poder Executivo.
O forró é uma expressão artística nordestina. E o governador Paulo Dantas, diz Inácio Loiola, reconheceu a relevância da manifestação cultural ampla que consagrou esse gênero como ritmo musical, mas também como um estilo de dança.
Continua o parlamentar: o forró é uma riqueza tradicional oriunda do sertão que invadiu e conquistou as cidades por representar o jeito de vida do homem da zona rural aliada às paisagens naturais da roça, da lida do gado e da saudade da terra.
A nova lei que considera o forró como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado de Alagoas, avalia o deputado estadual, vai trazer benefícios diretos e indiretos a todos compositores, músicos e artistas que amam e trabalham com o gênero musical do forró. “É mais um projeto de nossa autoria que visa a valorizar o autêntico forró e quem trabalha com esse gênero musical”
No Brasil, o forró é celebrado, no dia 13 de dezembro. A data marca o nascimento do sanfoneiro Luiz Gonzaga, que divulgou amplamente o ritmo, sendo reconhecido como o Rei do Baião.
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