Política
Em ato na porta da Sefaz, Sinteal cobra aprovação do PCCS da rede estadual
Objetivo foi pressionar o Governo do Estado a encaminhar a tramitação do projeto de lei que reformula o PCCS para que seja aprovado na Assembleia Legislativa ainda em 2023

Na manhã desta segunda-feira (4), o Sinteal realizou o ato público “Acelera PCCS”, em frente à Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas (Sefaz). O objetivo foi pressionar o Governo do Estado a encaminhar a tramitação do projeto de lei que reformula o PCCS para que seja aprovado na Assembleia Legislativa (ALE) e sancionado pelo governador Paulo Dantas ainda em 2023.
Na primeira intervenção no ato, o presidente do Sinteal, Izael Ribeiro, reforçou: “Nossa mobilização deu resultados! O processo de reformulação dos PCCS, que estava aqui na Sefaz, foi encaminhado, hoje de manhã, para a Secretaria de Governo (Segov). Estamos acompanhando e fazendo pressão, porque a educação tem pressa. Acelera, PCCS!”
O presidente da CUT, Luciano dos Santos, participou da atividade reiterando o apoio da Central à luta dos trabalhadores e das trabalhadoras da educação.
Com representantes da capital e de todas as regiões do estado, o ato foi um recado de que a categoria está atenta e vai cobrar que seja cumprido o acordo que finalizou a greve. Ao finalizar a atividade, Izael convocou a categoria para fazer mais um ato, no próximo dia 11/12 (2ª feira), às 09h, desta vez em frente à sede do Palácio do Governo, para cobrar a equipe de governo quanto a aceleração do processo.
A expectativa, agora, é que não demore na Segov, seguindo para a Procuradoria Geral do Estado (PGE), depois para o Gabinete Civil, em seguida para a ALE e, finalmente, voltando ao palácio, para a sanção do governador.
“As alterações no PCCS são avanços muito importantes, e foram conquistadas com muita luta da categoria. É fundamental que o governo priorize essa pauta para garantir que seja implantada, de fato, ainda este ano. O correto é que consigam seguir todo o trâmite até o dia quinze de dezembro, antes do recesso parlamentar. Lembramos que caso não consigam, que façam uma sessão extraordinária, como já fizeram no ano passado, para retirar trezentas e quatro escolas da rede estadual e repassar para o fundo garantidor da previdência”, completou Izael.
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