Polícia
Polícia Federal prende suspeito de armazenar pornografia infantil em Maceió
Operação em Alagoas e outros 15 estados também mira furtos à Caixa e falsificação de documentos
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (12), em Alagoas e mais 15 estados a operação Força Integrada II para combater o tráfico de drogas e de armas, a atuação de facções criminosas e a lavagem de dinheiro.
Em Maceió, equipes de Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Alagoas (Ficco/AL) visa desarticular grupos criminosos envolvidos em furtos contra a Caixa Econômica Federal, falsificação de documentos e crimes de exploração sexual infantojuvenil por meio da internet. Uma pessoa foi presa em flagrante na capital pelo armazenamento de conteúdo com abuso sexual infantojuvenil.
Em Alagoas, são dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva. Todos em Maceió.
Veja vídeo abaixo da matéria com o delegado de Polícia Federal James Miranda.
As ações cumprem 165 mandados de busca e apreensão e 71 mandados de prisão nos estados do Espírito Santo, do Ceará, do Amapá, de Minas Gerais, de Rondônia, do Acre, de Sergipe, do Tocantins, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Rio Grande do Norte, do Paraná, da Paraíba, de Alagoas, do Maranhão e do Rio de Janeiro.
A operação é um desdobramento da Operação Assíncrono, deflagrada em março de 2026, que inicialmente investigava o furto e a receptação de equipamentos da Caixa Econômica Federal. Com o avanço das investigações, a polícia identificou uma rede criminosa mais ampla, envolvendo falsificação de documentos, adulteração de documentos veiculares e de notas fiscais.
A Operação compõe a ação nacional Força Integrada II e reforça o modelo de cooperação técnica e operacional coordenado pela Polícia Federal.
Em Alagoas, a FICCO é composta pela Polícia Federal (PF), Polícia Militar (PMAL) e Polícia Penal (PPAL). Atualmente, o modelo conta com 39 unidades distribuídas por todos os estados brasileiros e o Distrito Federal.
Nomenclatura e alerta
Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota, preferencialmente, as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.
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