Polícia

Operação contra abuso infantil e pornografia envolvendo menores resulta em prisões em Maceió

Ação coordenada pela Polícia Civil mira crimes de estupro de vulnerável e compartilhamento de material ilegal envolvendo crianças e adolescentes

Por Redação 20/03/2026 09h33 - Atualizado em 20/03/2026 10h30
Operação contra abuso infantil e pornografia envolvendo menores resulta em prisões em Maceió
Ação coordenada pela Polícia Civil mira crimes de estupro de vulnerável e compartilhamento de material ilegal envolvendo crianças e adolescentes - Foto: Reprodução

Uma operação policial deflagrada na manhã desta sexta-feira (20), em Maceió, resultou na prisão de suspeitos envolvidos em crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes, incluindo produção, armazenamento e compartilhamento de material pornográfico envolvendo menores. A ação foi coordenada pela Polícia Civil de Alagoas e cumpriu mandados nas primeiras horas do dia para identificar e responsabilizar os investigados.

Segundo a polícia, os alvos são suspeitos de envolvimento em crimes de estupro de vulnerável e na circulação de conteúdo ilegal na internet, considerados de alta gravidade por atingirem diretamente crianças e adolescentes. Durante a operação, equipes foram vistas atuando em comunidades da capital, onde ocorreram as abordagens e prisões.

A ofensiva é conduzida pela delegada Talita Aquino, titular da Delegacia de Combate aos Crimes contra Criança e Adolescente, com apoio de unidades especializadas, incluindo a Coordenadoria de Recursos Especiais, a Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit) e a Polícia Científica.

De acordo com as investigações, o objetivo é aprofundar a identificação de suspeitos e reunir provas que permitam responsabilizar criminalmente os envolvidos nesse tipo de crime, que costuma ocorrer tanto de forma presencial quanto por meio de plataformas digitais.

O nome da operação faz referência à figura mitológica de Ártemis, associada à proteção de jovens, simbolizando o enfrentamento estatal a crimes que violam a dignidade sexual de crianças e adolescentes.

As investigações seguem em andamento, e a polícia não descarta a possibilidade de novas prisões ao longo dos desdobramentos da operação.