Polícia
Polícia Federal deflagra operação de combate à rádio clandestina em Alagoas
A Polícia Federal em Alagoas (PF/AL) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (25), a Operação Frequência Alternativa, com o objetivo de combater crime de desenvolvimento clandestino de atividades de telecomunicação.
Equipe da Polícia Federal composta por 04 (quatro) policiais federais deram cumprimento a um mandado de busca e apreensão no endereço onde funcionava uma emissora clandestina de rádio.
A investigação teve início após uma fiscalização realizada pela ANATEL, que, após constatar a transmissão de sinal de rádio sem autorização, autuou o responsável e apreendeu um aparelho transmissor. No entanto, ao analisar o equipamento apreendido, a ANATEL constatou que a sua frequência de transmissão era diferente daquela operada pela rádio clandestina, o que levantou a suspeita de que o transmissor utilizado pela emissora era diferente daquele apresentado à agência reguladora durante a fiscalização.
Durante a busca, a equipe policial localizou e apreendeu um aparelho transmissor FM, possivelmente o mesmo que era utilizado pela emissora clandestina quando da fiscalização administrativa efetuada pela ANATEL, o que será apurado no decorrer da investigação.
A exploração da atividade de radiodifusão depende de autorização do Poder Público e o seu desenvolvimento de forma clandestina constitui crime, cuja pena prevista é de detenção de dois a quatro anos, aumentada da metade se houver dano a terceiro, e multa de R$ 10.000,00 (dez mil reais).
Mais lidas
-
1Marco inédito
Sucesso! Série de Harry Potter quebra recorde seis meses antes de estreia na HBO Max
-
2Novo rosto
Antes e depois do craque Vini Jr: suposta harmonização, barba, novo sorriso e mais
-
3Vem por aí!
Com campeões do BBB, vaza lista de participantes de A Fazenda 18
-
4Maceió
Banco da Mulher fortalece empreendedorismo com capacitação sobre gestão de negócios
-
5Edmílson Teixeira
Comandante geral da PM/AL esclarece polêmica sobre postagem e repudia distorção: "Era sobre Lionel Messi, não nos consultaram"




