Interior
Bloquinho 'Concentra mas não Sai' em hospital mostra que saúde também se cuida com alegria
Ação combina folia e humanização, promovendo bem-estar físico e emocional aos pacientes internados no Hospital Regional de Palmeira dos Índios (HRPI)
Entre confetes, ritmos e sorrisos, o bloquinho “Concentra mas não Sai” estreitou laços de alegria, inclusão e conscientização entre os pacientes do Hospital Regional de Palmeira dos Índios (HRPI).
Realizada pela equipe de psicologia da unidade, a iniciativa transformou corredores hospitalares em um espaço de música, cor e interação social, com foco no bem-estar físico e emocional dos participantes. A ação faz parte de um projeto de estímulo psicossocial desenvolvido pela equipe multiprofissional da unidade, que integra atividades lúdicas ao cuidado clínico tradicional.
A proposta resgatou a festividade típica do período carnavalesco e reforçou mensagens importantes sobre autoestima, convivência e cuidados com a saúde. Para a psicóloga, Luana Gonçalves, a iniciativa reforça que o ambiente hospitalar também pode ser um espaço de acolhimento e alegria.
“O ambiente hospitalar pode gerar estresse físico e emocional para pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde. Ações de humanização em datas comemorativas contribuem para a redução da ansiedade, fortalecimento de vínculos e promoção do cuidado integral. O Carnaval, enquanto manifestação cultural, pode ser utilizado de forma terapêutica e segura, respeitando as condições clínicas dos pacientes e a rotina assistencial, promovendo leveza e acolhimento no ambiente hospitalar.”, destacou.
Humanização
Estudos em psicologia hospitalar indicam que atividades culturais e coletivas podem reduzir níveis de estresse, melhorar o humor, favorecer a socialização e diminuir a sensação de isolamento de pacientes internados. O HRPI vem ampliando práticas de humanização e cuidado integral, valorizando o paciente como um todo — não apenas a doença.
O bloquinho “Concentra mas não Sai” reforça essa filosofia, promovendo momentos de alegria e conexão afetiva dentro do ambiente hospitalar. Ao final da programação, pacientes e profissionais destacaram a importância da iniciativa: mais do que uma festa, foi uma oportunidade de fortalecer vínculos, resgatar autoestima e celebrar a vida.
“Esse tipo de atividade mostra que, mesmo em momentos difíceis, ainda há espaço para alegria, cuidado e conexão humana”, afirmou um dos pacientes participantes. Com música, cor e consciência, o bloquinho deixou sua marca no HRPI, mostrando que cuidar da saúde também passa por momentos de alegria e bem-estar.
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