Esportes
Corinthians tenta esquecer assédio do exterior e priorizar força do elenco
Timão ainda não perdeu nenhum grande nome do atual elenco e reza para que tudo continue caminhando do jeito que está até o próximo dia 31
A grande campanha do Corinthians no Campeonato Brasileiro força o clube a lidar com um velho conhecido: o assédio de clubes do exterior a jogadores alvinegros. Líder isolado na disputa por pontos corridos com uma campanha irretocável, o Timão ainda não perdeu nenhum grande nome do atual elenco e reza para que tudo continue caminhando do jeito que está até o próximo dia 31, data do fechamento da janela de transferências da maioria das grandes ligas europeias.
Questionado sobre a possibilidade de perder alguns jogadores para clubes do exterior por conta do grande futebol mostrado nesta temporada, Fagner se mostrou bastante confiante na diretoria corintiana, embora tenha reconhecido que há chances de o time perder alguma peça.
“O risco vai existir sempre. Quando você vê uma equipe que está em evidência, se destacando coletivamente, o individual vai aparecer. Mas tenho certeza que a diretoria e os atletas que aqui estão pensam em ajudar o Corinthians”, disse Fagner.
Essa não é a primeira vez que o Corinthians está sujeito a perder alguns nomes por conta da grande campanha no Brasileirão. Após ser campeão nacional em 2015, com Tite no banco de reservas, o clube teve de suprir as ausências de Renato Augusto, Ralf, Jadson e Gil, todos pilares da equipe vencedora e que acabaram seduzidos por propostas milionárias do futebol chinês.
Agora a situação é diferente. Ainda que o técnico Fábio Carille priorize certos atletas na formação titular, o grupo alvinegro mostra não só em todas as entrevistas, mas também em campo, que os desfalques estão sendo sentidos cada vez menos.
“Não se vence um Campeonato Brasileiro com 11 [jogadores], se vence com um grupo de atletas que está compromissado com o trabalho, com a filosofia, com a maneira de se preparar para os jogos. Todos os atletas que vêm entrando, vêm entrando bem”, concluiu Fagner.
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