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Ken Humano teme virar morador de rua e enfrenta crise financeira

Felipe Máximo, que ficou conhecido por ser a versão humana do icônico boneco, veio a público para relatar o pior

Por Uai 25/11/2025 16h04 - Atualizado em 25/11/2025 16h31
Ken Humano teme virar morador de rua e enfrenta crise financeira
Ken Humano teme virar morador de rua e faz apelo nas redes sociais - Foto: Reprodução/Instagram

Felipe Máximo, que ganhou notoriedade nacional ao se autodenominar “Ken Humano”, voltou às redes sociais para expor a situação delicada que enfrenta. O jovem de 21 anos revelou estar passando por sérias dificuldades financeiras e contou que teme se tornar morador de rua caso não consiga ajuda.

Na tarde desta segunda-feira (24/11), Felipe usou os stories do Instagram para fazer um apelo aos seguidores. Emocionado, ele explicou que, apesar do apoio da família, todos também lidam com problemas próprios e não conseguem mais auxiliá-lo de forma prática.

“Minha família sempre esteve ao meu lado e me apoiou como pode. Porém, todos também enfrentam suas dificuldades e têm seus compromissos, chegando a um ponto onde não conseguem mais me auxiliar a não ser através de suas orações”, iniciou.


Em seguida, pediu a colaboração do público: “Vou deixar abaixo uma solicitação de ajuda através de vocês, galera, minha família virtual, e se sentir no coração o desejo de colaborar eu conto com você”.

Atualmente, Felipe trabalha como porteiro em uma obra, sem registro em carteira, e relata que o valor recebido não é suficiente para cobrir as despesas básicas. Ele contou ainda que já precisou recorrer a uma ONG para conseguir se alimentar.

Em entrevista ao G1, desabafou sobre o medo de perder o teto: “Até então eu tenho tampado o sol com a peneira e, mesmo agora estando trabalhando [sem carteira de trabalho] como porteiro em uma construção civil, me vejo à beira de me tornar um morador de rua, pois não tenho ninguém para contar ou ajudar”.

Felipe, que já atuou como auxiliar de pedreiro e frentista, afirma que o passado como “Ken Humano” atrapalha sua busca por novas colocações profissionais. Ele disse que, ao ser reconhecido pelos colegas, o ambiente de trabalho costumava se tornar hostil.

No momento, seu objetivo é conseguir uma vaga com carteira assinada para conquistar estabilidade e segurança alimentar. O jovem revelou ainda que sonha em entrar para a aviação e se tornar comissário de bordo, mas admite que a instabilidade atual dificulta qualquer investimento nesse plano.