Entretenimento
Katy Perry revela em entrevista que pais a proibiam a interagir com gays
Autora de hits como "I Kissed A Girl", Katy Perry é filha de pastores evangélicos
A cantora Katy Perry, famosa por músicas como ‘I Kissed A Girl’ (Eu Beijei uma garota), revelou em entrevista para a Vogue que não estava “autorizada a interagir com homossexuais” durante a infância e a juventude.
Filha de pastores evangélicos, a estrela pop de 32 anos afirmou que precisou se reeducar depois de receber educação religiosa. “As escolas eram improvisadas. Educação não era a prioridade”, afirmou Katy. “Minha educação começou aos 20 anos e ainda há muito o que aprender”.
Na época do lançamento de ‘I Kissed A Girl’, em 2008, Perry – que começou a carreira como cantora gospel – revelou que a música foi escrita com base em suas próprias experiências de vida.
Em março deste ano, ao ser homenageada com o prêmio National Equality, concedido pela Human Rights Campaign, a cantora admitiu que rezava para não ser gay. "Durante minha adolescência, eu rezava nos retiros de final de semana para que Jesus afastasse minha homossexualidade", afirmou
Katy só abriu sua cabeça para as diferentes orientações sexuais quando entrou na indústria da música. "No meio de tudo isso, eu encontrei meu dom. E meu dom me apresentou a pessoas fora da minha bolha. E minha bolha explodiu”, lembrou a cantora. “Essas pessoas não eram nada daquilo que eu tinha sido ensinada a temer. Elas eram livres, fortes e as mais inclusivas que eu já encontrei. Eles estimularam minha mente, preencheram meu coração com alegria e ainda dançavam enquanto faziam isso".
Mais lidas
-
1Novo sistema
Radares em rodovias estaduais de Alagoas começam a multar neste domingo (1º)
-
2Manhã de sexta
Homem é encontrado morto com marca de tiro em casa abandonada no Centro de Maceió
-
3Celebração
Tecnologia e educação ganham destaque no desfile dos 102 anos de Arapiraca
-
4Primeira reunião
Judiciário inicia preparativos para novo concurso dos cartórios
-
5Combate à violência
MP/AL assina termo de parceria ao Protocolo CIDA para acolhimento de advogadas vítimas de violência doméstica e familiar




