Economia
Investigação segue para apurar morte de Anthony Gabriel
A delegada Bárbara Arraes, que está à frente da investigação da morte de Anthony Gabriel da Silva Santos, menino com Transtorno do Espectro Autista, encontrado submerso em um córrego no bairro Feitosa, em Maceió, descartou o crime de abuso sexual após análise da Polícia Científica. O menor tinha cinco anos de idade e era autista não-verbal.
O caso está sob a responsabilidade da Delegacia de Combate aos Crimes Contra Criança e Adolescente. O laudo da necropsia será fundamental para confirmar a causa da morte. A criança estava em período de recesso escolar e havia ido brincar com os primos na porta da casa do tio, como fazia normalmente.
Imagens de câmeras de monitoramento na região poderão ajudar na identificação da dinâmica do desaparecimento de Anthony Gabriel. Ele sumiu no fim da tarde da última quarta-feira e foi encontrado cerca de três horas depois.
A família de Anthony Gabriel informou que, ao notar o sumiço da criança, mobilizou outros parentes e amigos da comunidade que saíram em busca da vítima. Por volta das 21h, o menino foi visto aparentemente sem vida no córrego. Anthony Gabriel morava com os pais e mais dois irmãos em uma casa no bairro Feitosa.
Segundo a família, ele brincava na rua, com outras crianças, quando teria caído no córrego de aproximadamente dois metros de profundidade. Desde então, não foi mais visto. Após buscas, o menino foi achado pelo tio no fundo do córrego.
A delegada Bárbara Arraes, que está à frente da investigação da morte de Anthony Gabriel da Silva Santos, menino com Transtorno do Espectro Autista, encontrado submerso em um córrego no bairro Feitosa, em Maceió, descartou o crime de abuso sexual após análise da Polícia Científica. O menor tinha cinco anos de idade e era autista não-verbal.
O tio de Anthony, Jamerson Rodrigo, confirmou a tentativa para reanimá-lo por quase uma hora na unidade de saúde. O familiar também disse que o menino foi encontrado desacordado, mas teria reagido durante uma massagem feita por ele, ainda no córrego.
Segundo a UPA, Anthony Gabriel chegou sem sinais vitais, levado pelos pais. “Foram iniciadas, imediatamente, manobras de reanimação e medidas de suporte avançado de vida, sem sucesso”, afirmou a UPA ao destacar que a equipe médica plantonista observou “achados que levantaram suspeita de possível abuso”.
A delegada Bárbara Arraes reafirmou que recebeu a informação, não ainda por laudo, mas uma informação oficial da Polícia Científica, que não foi identificado sinal de abuso sexual no menino Anthony Gabriel. “Até o momento, foram ouvidos os pais e o tio de Anthony Gabriel, ainda no local da ocorrência, pela equipe de local de crime da Delegacia de Homicídios”, resumiu.
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