Economia
PGR é contra vínculo trabalhista entre motoristas e aplicativos
Parecer foi enviado ao STF na véspera do início do julgamento do tema
A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou nesta terça-feira (30) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer contrário ao reconhecimento de vínculo trabalhista entre motoristas de aplicativos e as plataformas digitais. A controvérsia é conhecida como “uberização” das relações de trabalho.
O parecer foi emitido às vésperas do julgamento do STF que, a partir de amanhã (1°), vai definir se há vínculo trabalhista entre motoristas e empresas.
Na manifestação, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, citou precedentes do próprio Supremo que não reconheceram o vínculo trabalhista.
“A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal é firme quanto à constitucionalidade de contratação por formas distintas do contrato de emprego regido pela Consolidação das Leis do Trabalho”, afirmou Gonet.
A Corte vai iniciar nesta quarta-feira o julgamento de duas ações que são relatadas pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes e chegaram ao Supremo a partir de recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber. As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores.
A decisão que será tomada pela Corte terá impacto em 10 mil processos que estão parados em todo o país à espera do posicionamento do plenário sobre a questão.
Mais lidas
-
1Investigação e drama familiar
Sacrifício de Sangue: suspense sueco da Netflix transforma policiais em presas
-
2Noite de Copas
Corinthians avança e Mirassol cai na Libertadores; Vasco e Santos passam e Botafogo dá adeus na Sula
-
3Agenda
Veja como foi a quinta-feira (20) dos candidatos a presidente
-
4Fatmagül’ün Suçu Ne?
Fatmagül: A Força do Amor chega à Netflix e conta a busca por justiça de quem mandaram calar
-
5Drama turco!
Vem por aí! Segunda temporada de 'Meu Nome é Farah' tem data de estreia na Netflix Brasil





