Cidades

2025: um ano de ganhos concretos para os trabalhadores brasileiros

Essa é a avaliação da diretoria do Sindicato dos Urbanitários de Alagoas

Por Ascom Urbanitários 25/12/2025 03h30
2025: um ano de ganhos concretos para os trabalhadores brasileiros
Sindicato dos Urbanitários - Foto: Ascom Urbanitários

O ano de 2025 foi um período de avanços importantes para os trabalhadores no Brasil. Essa é a avaliação da diretoria do Sindicato dos Urbanitários.

Em 2025, o Brasil registra indicadores sociais e econômicos que, em conjunto, representam ganhos palpáveis para os trabalhadores: desemprego em níveis historicamente baixos, inflação sob controle, mais renda disponível devido à menor tributação e reajustes de benefícios alinhados à realidade dos preços.

Um dos maiores destaques de 2025 foi a queda contínua da taxa de desemprego, alcançando patamares inéditos na série histórica do país. Dados oficiais mostram que a taxa de desocupação caiu para 5,4% no trimestre móvel até outubro, o menor nível desde que a série histórica começou, em 2012.

Isso representa cerca de 5,9 milhões de pessoas desempregadas, também um recorde mínimo em números absolutos. O mercado de trabalho criou mais de 1,8 milhão de empregos formais com carteira assinada ao longo de 2025, fortalecendo a segurança e os direitos trabalhistas.

A participação da população economicamente ativa e o nível de ocupação também bateram recordes, com cerca de 102,6 milhões de pessoas empregadas.

Outro aspecto que beneficia diretamente o bolso dos trabalhadores é o avanço no controle da inflação. Em 2025 segue próxima à faixa inferior da meta oficial, com projeções indicando valores em torno de 4,4% a 4,8%, dentro da banda de tolerância do regime de metas.

Essa estabilidade relativa dos preços preserva o poder de compra dos salários e auxilia na manutenção do consumo das famílias em um contexto de economia global incerta.

Uma mudança tributária significativa em 2025 beneficiou diretamente os trabalhadores de baixa e média renda da Pessoa Física (IRPF) que foi atualizada para refletir o novo salário mínimo e evitar que trabalhadores com renda modesta paguem imposto de forma excessiva.

Com a atualização, pessoas que recebem até R$ 5 mil por mês ficaram isentas do pagamento de IR.