Cidades
Central de Intérpretes de Libras garante mais um parto acessível à pessoa surda
Maria Fabiana da Conceição deu à luz no Hospital da Mulher com o acompanhamento da intérprete da Língua Brasileira de Sinais

A Central de Intérpretes de Libras de Alagoas (CIL), da Secretaria de Estado da Cidadania e da Pessoa com Deficiência (Secdef), continua a garantir o direito à saúde de mulheres surdas. Na última sexta-feira (3) Maria Fabiana da Conceição vivenciou um momento único e especial, dando à luz ao pequeno Arthur da Oliveira Silva no Hospital da Mulher, em Maceió, com o acompanhamento da intérprete de Libras Késsia Santos.
O parto teve início às 8h e se estendeu até às 12h25. Mãe e filho passam bem, já se encontram em sua residência. Esse foi o terceiro parto acessível realizado pela CIL, que tem como objetivo garantir a comunicação eficaz entre gestantes surdas e a equipe médica. As intérpretes de Libras ficam disponíveis durante toda a gravidez para acompanhar as mães nas consultas médicas.
“Por eu ser uma mulher surda, com a intérprete ao meu lado foi bem mais fácil conseguir me comunicar com os profissionais, como também compreender o que eles estavam falando. O que tornou o parto o momento mais leve e com acessibilidade, o que me trouxe segurança”, relatou Maria Fabiana, em Libras.
Para a nova mãe, a acessibilidade é fundamental. “A acessibilidade é um direito meu como pessoa surda, e ter um intérprete comigo foi crucial para conseguir compreender tudo o que acontecia no processo”.
A intérprete Késsia Santos também compartilhou sua experiência. “É muito gratificante poder promover a acessibilidade num momento tão importante da vida da mulher. Com certeza será um momento que ficará na memória. Além disso, foi um momento em que os profissionais que a acompanharam durante o processo frisaram a importância do intérprete nesse momento”, disse.
Para a secretária de Estado da Cidadania e da Pessoa com Deficiência, Arabella Mendonça, essa é mais uma iniciativa de como a inclusão pode transformar vidas. “Ao garantir o acesso à informação e aos serviços de saúde, o parto acessível contribui para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária para todos”, destacou a gestora.
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