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Vídeo: caso de manicure assassinada em Arapiraca há 22 anos é relembrado em programa de TV

Maria Aparecida Tenório Bezerra foi morta a golpes de faca em 2004; acusado pelo crime segue foragido, e familiares aguardam julgamento

Por Tribuna Hoje com TV Record 27/07/2026 11h43 - Atualizado em 27/07/2026 11h46
Vídeo: caso de manicure assassinada em Arapiraca há 22 anos é relembrado em programa de TV
Maria Aparecida era casada e mãe de seis filhos - Foto: Reprodução/TV Record


O assassinato da manicure e cabeleireira Maria Aparecida Tenório Bezerra, de 36 anos, voltou a ser destaque nacional. O caso, ocorrido em janeiro de 2004, em Arapiraca, foi abordado pelo programa Domingo Espetacular, da Record, exibido nesse domingo (26). Mais de duas décadas depois, os filhos da vítima ainda aguardam a prisão do homem apontado como responsável pelo crime.

Maria Aparecida era casada e mãe de seis filhos. Segundo o relato apresentado na reportagem, ela estava na calçada de casa na companhia do filho Carlos, que tinha 17 anos na época, quando pediu ao vizinho a devolução de um botijão de gás emprestado para o batizado da filha mais nova dele.

Após o pedido, o homem teria ido até a própria residência, pegado uma faca e retornado para atacar Maria Aparecida. O filho tentou intervir para defender a mãe e acabou ferido no braço. A mulher não resistiu aos golpes e morreu.

De acordo com o depoimento de familiares, antes de morrer, Maria Aparecida teria pedido ao filho que cuidasse dos irmãos. A família afirmou ainda que não existiam conflitos anteriores conhecidos entre os parentes da vítima e o vizinho.

O acusado, que trabalhava como sapateiro e era conhecido da família, tornou-se réu por homicídio qualificado e teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. No entanto, o processo foi suspenso em 2009 para evitar a prescrição e só voltou a tramitar no ano passado. Até o momento, o homem não foi localizado.

Durante a reportagem, os filhos de Maria Aparecida falaram sobre o impacto da perda e a espera por justiça. Natália afirmou que pensa na mãe diariamente. Já Francine destacou que as consequências do crime ultrapassaram a morte da vítima e atingiram toda a família.

Mesmo após 22 anos, os familiares continuam esperando que o acusado seja encontrado, preso e levado a julgamento.