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Empresa de Virginia Fonseca teria ligação com 'Japa do PCC'

Influenciadora está envolvida em mais um escândalo; desta vez fora do âmbito amoroso

Por Uai 02/06/2026 16h08
Empresa de Virginia Fonseca teria ligação com 'Japa do PCC'
Empresa de Virginia teria sido criada por membro do PCC, aponta jornal - Foto: Reprodução/Instagram/@virginia

Uma reportagem da revista Piauí colocou Virginia Fonseca novamente no centro de mais uma polêmica ao revelar detalhes de uma investigação da Polícia Federal que, segundo a publicação, apura movimentações financeiras relacionadas à influenciadora e a empresas ligadas ao seu grupo empresarial.

De acordo com a matéria, a investigação teve origem em Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) produzidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Conforme a revista, o objetivo é verificar a regularidade de operações financeiras e esclarecer "bem como a origem dos recursos movimentados, a eventual prática de crimes financeiros, fiscais e de lavagem de dinheiro."

Entre os pontos analisados estão movimentações envolvendo a Talismã Digital. Segundo a reportagem, documentos examinados pelas autoridades indicam que a empresa recebeu cerca de R$ 22,4 milhões entre março e setembro de 2024, principalmente por meio de transferências via PIX e TED.

O volume das transações teria despertado atenção pelo fato de o principal remetente dos recursos estar enquadrado no Simples Nacional, regime tributário voltado para empresas de menor porte.

Além das informações sobre a investigação, outro trecho da reportagem repercutiu por abordar a origem societária da WePink, principal empreendimento de Virginia.



Segundo a publicação, a trajetória da empresa antecede a entrada da influenciadora no negócio e passa por uma sociedade envolvendo os empresários Samara Cahanovich Martins e Thiago Stabile, fundadores da Pink Lash, empresa do segmento de estética.

A matéria afirma que a Pink Lash teve como sócia a enfermeira Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como "Japa do PCC" por ter sido casada com um integrante da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Ainda de acordo com a revista, a sociedade foi posteriormente encerrada, e Samara e Thiago fundaram a WePink ao lado de Virginia Fonseca e do empresário chinês Chaopeng Tan.

A Wepink é o principal negócio de Virginia Fonseca. Mas a história da empresa de cosméticos não se inicia com ela, e sua origem é carregada de suspeitas. Começa com o casal paulista Samara Cahanovich Martins e Thiago Stabile, donos de uma empresa especializada em design de sobrancelhas e cílios, a Pink Lash, que teve como sócia a enfermeira Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como Japa do PCC, porque era mulher de um membro da organização criminosa.

Posteriormente, Martins e Stabile romperam a sociedade com Mori e fundaram a Wepink em sociedade com Virginia e o empresário chinês Chaopeng Tan. Em 2025, o faturamento da Wepink foi de 1,3 bilhão de reais", diz o trecho reproduzido pela revista.

Segundo a reportagem, a empresária passou a integrar o negócio após o encerramento da parceria anterior e a criação da WePink.

Até o momento, os advogados da influenciadora negam irregularidades relacionadas às movimentações financeiras citadas nos relatórios e sustentam que as operações possuem respaldo documental e foram devidamente declaradas aos órgãos competentes.