Brasil
Filho de Deolane Bezerra vira alvo de operação que prendeu famosa
Com mais de 1 milhão de seguidores em rede social, filho de Deolane é conhecido como 'Chefinho' na web
Giliard Vidal dos Santos, filho de Deolane Bezerra e conhecido como "Chefinho", se tornou alvo da operação da Polícia Civil e Ministério Público de São Paulo conta esquema de lavagem de dinheiro com suposta ligação ao PCC, a mesma que prendeu a mãe dele nesta quinta-feira (21).
O jovem de 22 anos possui mais de 1,4 milhão de seguidores no Instagram e foi alvo de mandado de busca e apreensão, que foi cumprido durante a ação em que a influenciadora foi presa.
No perfil da rede social, Giliard publica registros baseados em ostentação, com viagens internacionais, carros de luxo, relógios, jatinhos e momentos ao lado da mãe. A publicação mais recente no feed, porém, foi feita em 13 de janeiro deste ano.
Por meio dos stories, a publicação mais recente do filho de Deolane foi um texto escrito pela irmã da influenciadora, Daniele Bezerra, onde ela afirmou que existe uma "perseguição" contra a famosa e que será "difícil provar" a participação dela no suposto esquema.
Segunda prisão de Deolane Bezerra
De acordo com a operação, Deolane estaria envolvida com transações para Marcola, usando as próprias contas para mandar dinheiro para uma transportadora de cargas, que lavaria dinheiro para Marcola e os parentes dele. Essa é a segunda prisão de Deolane, que já foi presa em setembro de 2024, em operação contra prática de jogos ilegais e lavagem de dinheiro.
Deolane é acusada de usar fama e o alto poder aquisitivo para mascarar as transações com altos valores. Segundo a investigação, a influenciadora teria recebido R$ 1 milhão em depósitos fracionados abaixo de R$ 10 mil, em técnica conhecida por lavagem de dinheiro.
Também foi apontado quase 50 depósitos feitos para duas empresas de Deolane Bezerra, no valor total de R$ 716 mil. A Justiça pediu bloqueio de R$ 27 milhões em nome da famosa, o valor não teve origem comprovada e possui indicativos de lavagem de dinheiro.
A investigação aponta que imagens encontrada no celular de Ciro Cesar Lemos, que é apontado como a "cabeça" por trás do esquema, mostraram depósitos em contas de Deolane e Everton de Souza, que é considerado pela polícia como operador financeiro do PCC.
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