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Mulher finge gravidez por meses e sequestra bebê recém-nascida em Meu Próprio Filho

A Netflix lançou Meu Próprio Filho, documentário que retrata o crime cometido por Eleonor Alejandra Marín Mendoza, em 2009

Por Juliana Barbosa com Entretenimento/Metrópoles 14/08/2026 17h13 - Atualizado em 14/08/2026 18h37
Mulher finge gravidez por meses e sequestra bebê recém-nascida em Meu Próprio Filho
A Netflix lançou Meu Próprio Filho, documentário que retrata o crime cometido por Eleonor Alejandra Marín Mendoza, em 2009 - Foto: Divulgação/Netflix

A Netflix estreou, nessa quinta-feira (13/8), o documentário Meu Próprio Filho, que retrata um crime real cometido por Eleonor Alejandra Marín Mendoza. Em 2009, a mulher mexicana fingiu uma gravidez, sequestrou um bebê e acabou presa após sofrer três abortos espontâneos.

A produção de Maite Alberdi conta, por meio de depoimentos de pessoas envolvidas na história, como Eleonor roubou uma bebê recém-nascida de um hospital. O caso aconteceu em 17 de junho de 2009 e resultou na prisão da mulher.

Entenda o caso

Eleonor saiu de um hospital na Cidade do México carregando uma sacola de presentes. Dentro dela estava Katya Valentina, uma bebê recém-nascida sequestrada pela mulher.

O que mais chama atenção na história real é que Eleonor fingiu estar grávida e conseguiu enganar até o próprio marido. Ela sequestrou a criança para sustentar a falsa gravidez e manter a narrativa de que esperava um bebê.

A história da mulher

Eleonor se casou aos 17 anos, já grávida, mas sofreu um aborto espontâneo. Depois, enfrentou outras duas perdas gestacionais. No terceiro aborto, a mulher decidiu esconder a perda e continuar sustentando a história de que estava grávida.

Foi quando conheceu Mayra Navarro Vega, uma mulher que não queria ter o filho que esperava, na maternidade onde trabalhava.

Eleonor manipulou os próprios exames, comia besteiras para ganhar peso e manter a farsa e alegou ter feito um acordo com Mayra para ficar com o bebê. Esse detalhe, no entanto, é negado pela mãe de Katya.

Marín deixou a cadeia em 2023. Arturo, seu marido, permaneceu preso por dois anos enquanto a polícia investigava o sequestro, mas acabou sendo absolvido.




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