Economia
Mulheres Mil: Alagoas terá cerca de 417 vagas de qualificação profissional
Cursos gratuitos de formação inicial e continuada serão ministrados pelo Instituto Federal de Alagoas a partir de setembro
Com início previsto para setembro de 2026, o programa Mulheres Mil (https://www.gov.br/mec/pt-br/a...) oferta cerca de 417 vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional no estado de Alagoas. As oportunidades são voltadas à educação profissional e tecnológica (EPT) e visam promover a inclusão produtiva e a autonomia das mulheres na região.
No estado, as vagas estão distribuídas em cursos de formação inicial e continuada (FIC), na modalidade presencial, ofertados pelo Instituto Federal de Alagoas (Ifal):
- Agente De Alimentação Escolar (carga horária de 200 horas): ofertado em Coruripe (31 vagas), Palmeira dos Índios (27 vagas), Penedo (31 vagas) e Santana do Ipanema (27 vagas).
- Agricultor Orgânico (carga horária de 200 horas): ofertado em Santana do Ipanema (28 vagas).
- Camareira Em Meios De Hospedagem (carga horária de 240 horas): ofertado em Maragogi (30 vagas), Marechal Deodoro (31 vagas), Penedo (31 vagas) e Piranhas (31 vagas).
- Copeiro (carga horária de 200 horas): ofertado em Coruripe (31 vagas), Marechal Deodoro (31 vagas) e Piranhas (31 vagas).
- Cuidador De Idoso (carga horária de 200 horas): ofertado em Palmeira dos Índios (27 vagas).
- Monitor de Atividades De Lazer (carga horária de 200 horas): ofertado em Maragogi (30 vagas).
Como se inscrever
Para conferir o detalhamento das oportunidades, os requisitos de participação e o processo seletivo, as candidatas devem acessar o Painel de Oportunidades do Pronatec (https://app.powerbi.com/view?r...) e selecionar o filtro "Mulheres Mil". Em seguida, precisam escolher o estado e o mês "Setembro". As inscrições e a consulta aos editais de ingresso também podem ser realizadas diretamente junto às instituições de ensino ou em seus respectivos canais oficiais.
Mulheres Mil
O programa Mulheres Mil (https://www.gov.br/mec/pt-br/a...) atende mulheres maiores de 16 anos em situação de vulnerabilidade social, vítimas de violência, com baixa ou nenhuma escolaridade e é fomentado pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
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