Economia
Corecon/AL e Banco do Nordeste promovem encontro estratégico para debater o futuro econômico de AL
Após injetar mais de R$ 2,5 bilhões na economia alagoana em 2025, o BNB chega a 2026 com expectativas ainda mais robustas
O cenário econômico alagoano ganha um importante espaço de diálogo nesta quinta-feira, dia 7. O presidente do Conselho Regional de Economia de Alagoas (Corecon-AL), Marcos Calheiros, convocou economistas e líderes de classe para um café da manhã estratégico no Hotel Best Western Premier, na orla da Pajuçara, a partir das 8h.
O evento tem como protagonista o superintendente regional do Banco do Nordeste (BNB) em Alagoas, Sidinei Reis, que apresentará as perspectivas e as novas linhas de financiamento do banco para o estado em 2026.
Após injetar mais de R$ 2,5 bilhões na economia alagoana em 2025, o BNB chega a 2026 com expectativas ainda mais robustas. Segundo Sidinei Reis, a meta do banco é superar a marca de R$ 3 bilhões em contratos de crédito este ano.
“Estamos observando um aquecimento da economia e o BNB está pronto para apoiar desde o microempreendedor individual e o agricultor familiar até as micro e pequenas empresas e grandes obras de infraestrutura”, afirma o superintendente.
Além da apresentação de soluções de negócios, o encontro destacará o papel social do crédito. O banco reforça que, somente no último ano, as contratações realizadas no estado foram fundamentais para a manutenção ou criação de mais de 22 mil postos de trabalho, evidenciando o efeito multiplicador dos investimentos do BNB no desenvolvimento regional sustentável.
Valorização profissional
O evento será, também, um marco de confraternização e reconhecimento. De acordo com Marcos Calheiros, a programação inclui momentos de integração entre economistas e representantes de entidades ligadas ao desenvolvimento, além de uma cerimônia de entrega de comendas e homenagens.
O presidente do Corecon-AL destaca um ponto crucial para a classe: a importância da responsabilidade técnica.
Exigência de Chancela: O gestor do BNB reforçou que todos os projetos econômicos submetidos ao banco para financiamento devem, obrigatoriamente, contar com a chancela de um economista registrado no Conselho, valorizando o papel estratégico desses profissionais no sucesso dos empreendimentos.
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