Economia
Petróleo sobe pelo 7º dia seguido, mas registra maior queda semestral desde 1998
Preços do petróleo geralmente sobem nos primeiros semestres
Os preços do petróleo subiram nesta sexta-feira pela sétima sessão consecutiva, impulsionados pela queda no número de sondas em operação nos Estados Unidos e dados de demanda mais fortes na China, mas encerraram o primeiro semestre com o maior declínio para o período desde 1998.
Petroleiras dos EUA reduziram o número de sondas pela primeira vez desde janeiro, segundo a companhia de serviços de energia Baker Hughes. As empresas haviam adicionado sondas nas últimas 23 semanas.
Mais cedo, dados chineses mostraram que fábricas cresceram no maior ritmo em três meses. Rob Haworth, estrategista sênior de investimentos do U.S. Bank Wealth Management, disse que os dados chineses "certamente dão esperanças de que a demanda crescerá globalmente."
O petróleo dos EUA encerrou em alta de 1,11 dólar, ou cerca de 2,5 por cento, a 46,04 dólares por barril. O petróleo Brent subiu 0,50 dólar, para 47,92 dólares por barril.
Os dois contratos encerraram o primeiro semestre do ano em queda superior a 14 por cento em relação 30 de dezembro de 2016, a maior queda desde que o Brent e o WTI caíram cerca de 19 por cento no primeiro semestre de 1998.
Os preços do petróleo geralmente sobem nos primeiros semestres.
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