Economia
Governo de Alagoas construirá matadouro na Região Norte
Com capacidade de abate de 100 animais por dia, frigorífico público será erguido em Matriz de Camaragibe
A construção do Matadouro Regional em Matriz de Camaragibe pelo Governo de Alagoas tem como finalidade oferecer um ambiente adequado, dar segurança alimentar à população da Região Norte e com especificações preconizadas pelo Ministério da Agricultura.
Atendendo a todas as normas da legislação vigente no país, o Matadouro Regional terá em suas instalações espaço adequado para abates, currais e câmaras frigoríficas.
“Trata-se de uma obra de grande importância para a população daquela região, que possibilita aos marchantes desenvolver suas atividades com segurança legal e dentro da formalidade”, atesta o secretário Álvaro Vasconcelos.
O secretário reconhece que a obra, além de reativar os negócios da região Norte, permitirá à população adquirir carne de qualidade e com inspeção estadual. “Vamos dar oportunidade aos criadores de abater e comercializar seus produtos na própria região”, assegura Álvaro Vasconcelos.
Como explica Israel Moura, superintendente de Inclusão Social da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Aquicultura, o novo matadouro terá capacidade de abate para 100 animais por dia e concretiza um antigo sonho dos criadores, comerciantes e da população.
A concepção do projeto arquitetônico do matadouro da região Norte vai atender aos municípios de Paripueira, Barra de Santo Antônio, São Luiz do Quitunde, Porto Calvo, Matriz de Camaragibe, Jacuípe, Japaratinga, Maragogi, entre outros.
Atualmente, dois novos matadouros regionais, o de Viçosa e de Murici, estão em fase final de conclusão. E a meta do Governo de Alagoas é construir ainda um matadouro em Santana do Ipanema, União dos Palmares e Penedo.
De acordo com o secretário Álvaro Vasconcelos, o frigorífico que será construído pelo Governo de Alagoas vai, seguramente, inibir o abate clandestino de animais no Estado, evitando riscos à saúde pública e oferecendo um ambiente adequando para as atividades do segmento.
“Vamos melhorar a qualidade animal e, consequentemente, oferecer à população carne sem risco de doenças, agregando valor ao produto”, assegura o secretário.
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