Cooperativas
Liderança e a participação feminina impulsiona cooperativas
O crescimento das mulheres no cooperativismo vem ganhando destaque nos últimos anos. No Brasil, as mulheres representam 41% dos cooperados, segundo dados do Anuário Coop 2024. Entre as lideranças, as mulheres ocupam 23% dos cargos de alta gestão no cooperativismo brasileiro. Desde 2020, esse número tem apresentado uma evolução contínua. O cooperativismo garantiu espaço para que mulheres pudessem buscar uma vida melhor por meio do trabalho e da participação em um sistema econômico justo.
Na Cresol Raiz, esse protagonismo é percebido tanto na gestão quanto na base de cooperados. Na cooperativa, 64% do quadro de colaboradores é formado por mulheres.
Esse cenário reforça uma tendência crescente no cooperativismo no Brasil, onde a valorização da diversidade tem impulsionado melhores resultados e maior conexão com as comunidades.
Empoderamento feminino também acontece na base cooperativa
Além da liderança, o impacto do cooperativismo também é sentido diretamente pelas mulheres cooperadas. A professora aposentada, Janete Ferigollo Haubert, de Frederico Westphalen (RS), encontrou na Cresol um espaço de acolhimento e desenvolvimento pessoal.
“Desde o início, percebi que não era apenas mais um número, mas parte de uma comunidade. A Cresol valoriza muito as mulheres, e esse cuidado faz toda a diferença”, relata.
A participação no projeto da Cresol “Potencializa Elas” marcou sua trajetória dentro da cooperativa. “Foi uma experiência enriquecedora, com aprendizado, troca de experiências e novas conexões. Me aproximei ainda mais da Cresol e entendi o impacto que ela gera nas comunidades”, afirma. Hoje, Janete se orgulha da sua jornada. “Me tornei uma embaixadora Cresol. Vesti, literalmente, a camiseta”.
Cooperativismo como ferramenta de transformação para mulheres
Entre suas principais conquistas, Janete destaca o fortalecimento da autoconfiança — um dos pilares do empoderamento feminino. “Acreditem no seu potencial, busquem conhecimento e tenham coragem de dar o primeiro passo. Com apoio e determinação, somos capazes de conquistar nossos objetivos”, incentiva.
O exemplo de Janete, aliado à atuação de lideranças como Claudiane e Sandreia, demonstra que o cooperativismo é um caminho sólido para ampliar a participação feminina, gerar oportunidades e promover igualdade.
Neste 31 de março, encerrando o Mês da Mulher, é fundamental reconhecer o papel das mulheres no cooperativismo como agentes de mudança, que contribuem diariamente para uma sociedade mais justa, colaborativa e sustentável.
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