Ciência e Tecnologia
Secti inicia processo de reativação dos telecentros de Alagoas
Unidades tecnológicas são referência em inclusão digital e ferramentas fundamentais no combate ao analfabetismo digital
Com o propósito de levar a população de Alagoas mais inclusão digital, uma equipe da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) deu início, nesta terça-feira (19), as visitas técnicas que possibilitarão a reativação dos telecentros e dos quiosques digitais espalhados pelo Estado. Atualmente, são, em média, 60 pontos de inclusão digital alcançando mais de 50% dos municípios Alagoanos.
Durante a primeira visita, que aconteceu na cidade de Murici, localizada na região da Zona da Mata, foi realizado um levantamento da parte estrutural, com o objetivo de verificar se o local onde funcionam os dois telecentros do município precisam de uma reforma, além de uma análise da parte lógica que corresponde às condições dos computadores e rede local de internet.
Segundo o gerente de Sistemas de Informação da Secti, Joathan Souza, a atual situação da cidade de Murici, “é positiva por possuir uma boa estrutura, o que pode garantir um bom resultado a curto prazo”.
Ainda de acordo com o gerente, após esse levantamento de necessidades, que será feito em todas as cidades que possuem telecentros e quiosques digitais, um relatório será gerado para que, posteriormente, sejam feitas parcerias com as prefeituras e todos os pontos digitais voltem a funcionar com palestras e cursos gratuitos para a comunidade, além de acesso à internet para todos.
“É um trabalho que levará um bom tempo para ser finalizado, mas nossa vontade é ver esses telecentros em pleno funcionamento, possibilitando a população mais acesso à tecnologia e inovação”, enfatizou o gerente.
Telecentros
São espaços públicos que visam promover capacitação e democratização do acesso à informação. Nele, qualquer cidadão ou cidadã pode navegar pela rede mundial de computadores (internet), ter um endereço de correio eletrônico e usar os recursos mais modernos da informática para estudar, trabalhar, buscar entretenimento e se comunicar. Não possuem quaisquer fins lucrativos, mas garantem acesso público e gratuito às tecnologias da informação e comunicação à disposição de toda a sociedade. Dessa forma, os telecentros tornam-se referência pela inclusão digital, combatendo a desigualdade tecnológica e o analfabetismo digital.
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