Turismo

Agências e operadoras de viagem estão otimistas com os primeiros meses de 2022

Informação foi obtida a partir da Sondagem Empresarial das Agências de Viagem do Ministério do Turismo

Por MTur 19/03/2022 17h06
Agências e operadoras de viagem estão otimistas com os primeiros meses de 2022
Destinos de Sol e Praia como Maragogi são os mais procurados em agências - Foto: Marco Ankosqui Gales / Divulgação

O segmento de agências de viagem está otimista com a retomada das atividades turísticas no Brasil. É o que apontou a Sondagem Empresarial das Agências de Viagem, realizada pelo Ministério do Turismo, promovida com o objetivo de avaliar o desempenho do segmento no segundo semestre de 2021 e as perspectivas para o primeiro semestre de 2022.

Segundo o levantamento desenvolvido pela Coordenação-Geral de Dados e Informações (CGDI), 73,4% dos empresários ouvidos acreditam que haverá aumento na demanda por serviços no primeiro semestre de 2022 e 67,7% esperam registrar aumento do faturamento das empresas.

O otimismo vem sendo confirmado pelos números recentes do setor. O Índice de Atividades Turísticas fechou 2021 com alta superior a 21% no Brasil, que resultou em um crescimento do setor da ordem de 12% no ano passado, gerando um faturamento de R$ 152 bilhões. Com destaque para o transporte aéreo que, segundo a Fecomércio/SP, apresentou uma alta de 28% e um faturamento acumulado de R$ 37,7 bilhões.

“As ações desenvolvidas pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Turismo, desde o início da pandemia reforçam que agimos rápido e de maneira correta para proteger o nosso setor e, nesse momento, estamos colhendo os frutos dessas iniciativas”, avaliou o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto.

Ainda segundo o levantamento, as agências e operadoras de turismo registraram que quase metade de seus clientes (48,9%) buscavam destinos de Sol e Praia, seguido dos de Natureza (12%) e Cultura e Patrimônio (10,6%), confirmando as tendências verificadas pela Pasta.

2021

O cenário positivo esperado para 2022 difere do registrado nos meses de junho e julho de 2021. Para 49,7% das empresas, houve uma redução no faturamento da empresa. Além disso, 45,2% dos participantes informam que houve redução na demanda por seus serviços.