Tecnologia

6 de janeiro de 2020 12:41

Startup apresenta scooters elétricas para Alagoas

Com showrooms em operação no Recife e em João Pessoa, startup inicia atividades no Espírito Santo, em Alagoas e no Rio Grande do Norte

Depois de colocar no mercado sua primeira scooter elétrica, a EV1, a startup pernambucana Voltz Motors se prepara para levar o produto a outras cidades brasileiras. A partir de janeiro de 2020, a marca começa a apresentar a novidade em outros sete municípios do País: Vitória, Natal, Maceió, Arapiraca, Caruaru, Petrolina e Carpina. Hoje, a empresa já conta com showrooms no Recife e em João Pessoa.

Para a expansão do negócio, a startup montou uma rede de franqueados em todas essas cidades, com uma estratégia que inclui dois modelos de franquia. Nessa fase, as opções se distinguem em espaços para cidades com cerca de 150 mil habitantes e em espaços para centros urbanos maiores, com população acima de 400 mil habitantes. O investimento mínimo para fazer parte desse movimento é de R$ 60 mil.

“Desde o momento em que começamos a desenhar o modelo de negócio da empresa, sempre existiu a ideia de crescermos a partir de uma rede de colaboradores”, explica Renato Villar, sócio e fundador da Voltz. Antes de criar a startup, Villar passou pela P2M, empresa especializada em importar e distribuir peças e lubrificantes para motocicletas. “Além de conhecer bem esse mercado, ficou muito claro para mim a importância dos parceiros para ampliar o nosso alcance”, comenta.

À venda para todo o País no site da Voltz, a EV1 conta com uma bateria portátil que pode ser recarregada em qualquer tomada e tem autonomia para rodar até 60 km por carga. O modelo foi desenvolvido como uma opção de modal sustentável para municípios com problemas de mobilidade e ainda apresenta uma solução de baixo custo para o cliente: o abastecimento da moto custa, aproximadamente, R$ 0,02 por quilometro rodado — considerando o custo médio do kWh no País.

Mais que gerar economia para o dono da moto, a EV1 não emite poluentes no meio-ambiente, enquanto uma moto movida a gasolina produz até dois gramas de monóxido de carbono por quilômetro rodado, segundo o Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares (Promot). A pauta da sustentabilidade também está presente na estrutura das franquias, que funcionam em contêineres recuperados após o descarte.

A scooter ainda apresenta uma complexidade mecânica mais simples do que os modelos com motor a combustão. Uma moto comum tem mais de 600 peças, enquanto a EV1 tem apenas 108, uma vantagem que facilita o trabalho da assistência técnica. Os novos showrooms, inclusive, contam com profissionais capacitados para fazer a manutenção das motos. Os mecânicos vão utilizar durante o trabalho camisas brancas, já que a revisão da moto não elimina resíduos de óleo.

Fonte: Assessoria

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