Tecnologia

18 de dezembro de 2018 14:36

Empresa prevê celular dobrável da Samsung com megabateria de 6.000 mAh

Consultoria prevê preço alto para suposto Galaxy F: o equivalente a R$ 7.040

↑ Revelado em poucos detalhes em novembro, Galaxy F pode chegar junto com o S10 e com bateria de 6.000 mAh (Foto: Reprodução / Youtube)

O futuro Galaxy F, suposto nome do celular de tela flexível da Samsung, pode chegar ao mercado com bateria de capacidade nunca antes vista: até 6.000 mAh, de acordo com um relatório da consultoria sul-coreana CGS-CIMB. A análise busca antecipar decisões de design da Samsung. Os especialistas levantam a hipótese da empresa lançar o Galaxy Flex (ou Fold, “dobrável” em inglês) junto com o Galaxy S10 em fevereiro.

Na avaliação da consultoria, o Galaxy flexível teria duas baterias localizadas nas duas porções do celular. Somadas, elas chegariam à capacidade total de 6.000 mAh. O Galaxy Note 9 chamou a atenção neste ano por ter uma poderosa autonomia de uso, a despeito de comportar 4.000 mAh, bem menos do que o suposto próximo smartphone.

A ideia de dividir a bateria entre as duas porções do smartphone dobrável faz sentido do ponto de vista da segurança. Na última vez em que a Samsung decidiu ousar em capacidade de bateria, o resultado foi o Galaxy Note 7 e o problema crônico de componentes que entravam em combustão – isso quando não explodiam.

Dividida nas duas metades, a bateria estaria livre de suportar a flexão que se espera da tela. Dispositivos conversíveis como os Surface Book da Microsoft usam o conceito com sucesso: há uma bateria em cada metade do híbrido. Unidas, elas garantem autonomia.

A análise da empresa sul-corerana também traça alguns cenários com relação à ficha técnica do telefone e dos preços que a Samsung deve praticar no celular inovador. A CGS-CIMB acredita que o Galaxy F terá o recém-lançado processador Snapdragon 855, o mais poderoso da Qualcomm, e terá preço de US$ 1.800 – acima de estimativas anteriores, na faixa dos US$ 1.770. Daria o equivalente a R$ 7.040.

O preço alto com o potencial disruptivo do novo design também dão mais substância às informações, ainda de bastidores, de que a Samsung limitaria a fabricação do Galaxy F a um milhão de unidades para o mercado global.

O objetivo seria testar a aceitação do consumidor e como os usuários se adaptam ao formato flexível sem o risco de ficar com um mico na mão, caso preço alto e usabilidade afastem o interesse dos usuários.

Fonte: TechTudo / Texto: Filipe Garrett

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