Saúde

Alagoanas já têm disponível a Caderneta Brasileira da Gestante em versão digital

Iniciativa foi lançada pelo Ministério da Saúde e visa facilitar o acesso das mulheres ao histórico da gravidez

Por Fabiano Di Pace / Ascom Sesau 20/05/2026 00h22 - Atualizado em 20/05/2026 01h19
Alagoanas já têm disponível a Caderneta Brasileira da Gestante em versão digital
Caderneta Brasileira Digital da Gestante é disponibilizada por meio do aplicativo Meu SUS Digital - Foto: Ascom Sesau

As gestantes alagoanas já podem acessar a Caderneta Brasileira Digital da Gestante, disponibilizada por meio do aplicativo Meu SUS Digital, do Governo Federal. O programa foi lançado pelo Ministério da Saúde e está disponível para sistemas Android no Google Play e iOS na App Store, ou por meio do portal https://meususdigital.saude.go... .

No aplicativo, as gestantes podem consultar o seu histórico clínico com registro completo de consultas de pré-natal, exames feitos e histórico de vacinação da gestante. Também é possível ter acesso ao plano de parto, registrando as preferências para o nascimento, métodos de alívio da dor e a indicação do acompanhante ou doula.

As mulheres grávidas também poderão consultar, ainda, guias de cuidado e informações sobre os direitos das gestantes. Na Caderneta Brasileira Digital da Gestante é possível verificar orientações sobre como identificar e prevenir situações de violência obstétrica.

A supervisora Estadual de Cuidados à Mulher, Criança, Adolescente e Rede Alyne, Luiza Balbino, destaca que a Caderneta Brasileira Digital da Gestante representa um avanço para a Rede de Cuidado às Mulheres Gestantes de Alagoas.

"Por meio desta ferramenta tecnológica, os médicos de diferentes postos de saúde, maternidades ou hospitais conseguem visualizar as informações do pré-natal em tempo real, além de possibilitar às gestantes mais controle sobre seus direitos e ações durante a gestação, ampliando sua segurança clínica e bem-estar”, ressalta.

Luiza Balbino salienta, ainda, que o aplicativo é ligado à Rede Alyne, estratégia de reestruturação da antiga Rede Cegonha, cujo objetivo é reduzir a mortalidade materna em 25%.

“O Governo Federal e a gestão estadual de saúde têm como missão assegurar uma assistência integral à gestante, reduzindo a mortalidade materna, por meio de um atendimento de excelência e pautada pelos princípios de humanização do SUS [Sistema Único de Saúde]”, ressalta.