Saúde
Dia das Mães: cuidados ginecológicos no pós-parto são essenciais para a saúde da mulher
Especialista da Afya Educação Médica em Maceió alerta para a importância do acompanhamento no período após o nascimento do bebê
“Metade do mundo é de mulheres. A outra metade, dos filhos delas.” A frase resume a grandiosidade da maternidade, mas também abre espaço para um alerta importante: quem cuida de quem acabou de dar à luz?
No período pós-parto, enquanto toda a atenção se volta para o recém-nascido, muitas mulheres deixam de olhar para si mesmas. No entanto, esse momento exige atenção redobrada à saúde física e emocional da mãe. “O pós-parto não é só a chegada de um bebê. É também a (re)chegada de uma mulher”, destaca a ginecologista e obstetra Wanderliza Coutinho, professora da Afya Educação Médica Maceió.
Segundo a especialista, o corpo feminino passa por um intenso processo de recuperação. “É o útero que cicatriza, a pelve que se reconstrói, as emoções que oscilam. O abdome fica mais flácido e precisa de cuidado, não de pressa. A mulher amamenta, mas também precisa ser acolhida”, explica.
Entre os principais cuidados, Wanderliza reforça que a consulta médica entre 40 e 45 dias após o parto é indispensável. “Esse não é um detalhe, é um reencontro da mulher com o próprio corpo. Sintomas como sangramentos persistentes, dores, incontinência urinária ou dificuldades na amamentação precisam ser avaliados”, orienta.
Outro ponto importante é a retomada da autoestima e da vida íntima. “Mães também podem e devem voltar a sentir prazer, desejo e se reconhecer no espelho sem julgamento. Isso também faz parte da saúde, é necessário, inclusive, propiciar às mães qualidade de tempo e vida”, afirma.
Além dos cuidados médicos, o apoio da rede familiar faz diferença na recuperação. “Não é só ajudar com o bebê. É permitir que essa mulher tenha tempo para si, seja ouvida e acolhida. Muitas vezes, ela não precisa de soluções, mas de presença”, pontua.
Neste Dia das Mães, a mensagem é clara: cuidar de quem cuida também é essencial. “Olhar para o filho é sagrado. Olhar para si mesma é sobrevivência. A mulher não deixou de existir ao se tornar mãe ela apenas precisa se reencontrar”, conclui a especialista.
Sobre a Afya
A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, sendo 32 com cursos de Medicina, além de 25 unidades voltadas à pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e da saúde em todas as regiões do país. São 3.753 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e 3.643 vagas em operação, com mais de 24 mil alunos formados ao longo de 25 anos.
Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no Brasil utiliza ao menos uma solução digital do portfólio Afya, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq, em 2019, a Afya já recebeu prêmios do Valor Econômico, incluindo o “Valor Inovação” (2023) como a empresa mais inovadora do Brasil e o “Valor 1000” como a melhor empresa de educação nos anos de 2021, 2023, 2024 e 2025. O CEO da companhia, Virgílio Gibbon, foi reconhecido como o melhor executivo da área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023).
Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 - Saúde e Bem-Estar: Mais informações em: educacaomedica.afya.com.br/ e ir.afya.com.br.
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