Saúde

Monitoramento da Sesau aumenta combate ao Aedes aegypti

Cooperação com municípios inclui capacitação dos agentes de endemias em visitas domiciliares

Por Agência Alagoas 21/02/2018 20h49
Monitoramento da Sesau aumenta combate ao Aedes aegypti
Reprodução - Foto: Assessoria
O trabalho de cooperação técnica da Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) junto aos municípios, monitorando os índices de visitas domiciliares e focos encontrados em cada cidade, tem assegurado significativo avanço no combate e prevenção ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, em todo o território alagoano. “É preconizado um mínimo de quatro ciclos de visitas domiciliares e 79% dos domicílios alagoanos foram visitados em 2017, contra 64% de 2016”, explica o assessor técnico de Vetores, Zoonoses e Fatores Ambientais da Sesau, Carlos Eduardo da Silva. Graças ao aumento de inspeções, os casos confirmados de dengue em Alagoas tiveram redução de 81,1% no ano passado, quando comparados a 2016. O assessor ressaltou que a realização dos ciclos de visitas domiciliares para o controle de focos constitui umas das principais medidas para a redução do mosquito. “A responsabilidade de execução das visitas é dos municípios, com base em parâmetros nacionais definidos nos manuais técnicos editados pelo Ministério da Saúde”, ressaltou. Carlos Eduardo destacou que entre os 81 municípios que cumpriram a meta, destacam-se 27, que realizaram seis ciclos e tiveram cobertura igual ou superior a 80%. Essas cidades foram Batalha, Branquinha, Carneiros, Chã Preta, Coité do Noia, Flexeiras, Igaci, Inhapi, Jacuípe, Japaratinga, Jequiá da Praia, Limoeiro de Anadia, Minador do Negrão, Monteirópolis, Murici, Olivença, Penedo, Pindoba, Piranhas, Poço das Trincheiras, Quebrangulo, São José da Laje, São Miguel dos Campos, São Sebastião, Teotônio Vilela e Viçosa. Além do monitoramento, a Sesau atua na capacitação dos agentes de endemias. “Com a preparação correta dos agentes pode-se assegurar a segurança e bem-estar de toda a população”, reforça Carlos Eduardo. O trabalho em parceria com as administrações municipais, segundo ele, é essencial para a evolução da assistência em Alagoas.