Política
Trabalhadores da Casal farão nova paralisação após empresa manter impasse sobre plano de saúde
Protesto ocorre após mais de cinco meses de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho

O Sindicato convoca todos os trabalhadores /as da Casal para uma assembleia, que ocorrerá no dia 11 de outubro, no prédio sede da empresa.
Caso não haja proposta que atenda aos anseios da categoria, os/as trabalhadores/as sairão em caminhada do prédio sede da Casal, onde será a concentração, a partir das 8h da manhã, até a sede do governo, pelas principais ruas da capital.
O protesto ocorre após mais de cinco meses de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho – ACT deste ano e, a empresa ainda manter impasse na cláusula do plano de saúde.
A decisão foi tomada em assembleia ocorrida no dia 25 de setembro, quando os trabalhadores e trabalhadoras, mais uma vez, mostraram toda sua indignação contra a direção da Casal, que pretende inviabilizar o atual plano de saúde, considerado como excelente por todos.
Segundo a presidenta do Sindicato dos Urbanitários, “o que a Casal está querendo fazer com a categoria é de uma injustiça sem tamanho. O atual plano de saúde atende a todos de forma satisfatória. São centenas de pessoas dependentes deste serviço, idosos, que deram suas vidas pela Casal e, agora, estão sendo ameaçados de ficar sem a assistência devida”, declara a presidenta.
Na prática, o que a Casal está fazendo é transformar o pagamento do plano de saúde em um ‘auxílio saúde’. “Ao se negar a pagar os reajustes anuais do atual plano, caso não aceite as condições da Unimed, a Casal diz que repassará apenas o valor que considera aceitável e, o restante, deverá se coberto pelo próprio trabalhador”.
A presidenta diz que “não estamos tratando de dinheiro para viajar, ou comprar supérfluos, estamos falando de saúde. De idosos e crianças com necessidades especiais, que dependem exclusivamente desse plano para se manterem vivos. É de uma injustiça sem tamanho o que a empresa está querendo fazer com toda a categoria”, alerta.
No entanto, o Sindicato mantém a busca por uma saída negociada. “Estamos acreditando e apostando que o governo do estado não irá compactuar com essa tremenda injustiça. No dia 10 de outubro teremos nova reunião e, temos a esperança, de que tudo seja resolvido da melhor forma para ambos os lados”, encerra a presidenta.
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