Política
Depois de Boulos, Haddad terá Rede na sua chapa e Marina pode ser candidata ao Senado
Um dos responsáveis pelas alianças do PT com Geraldo Alckmin e Guilherme Boulos, Fernando Haddad agora tenta acordo com Marina Silva
O pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, vem se mostrando um hábil articulador nesta fase de pré-campanha eleitoral em São Paulo. Depois de costurar o apoio do ex-governador Geraldo Alckmin, que migrou do PSDB para o PSB, ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de fechar sua aliança com Guilherme Boulos, do Psol, Haddad agora se volta para a Rede.
"Pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT-SP) afirma que vai convidar o PSOL e a Rede, que se uniram em uma federação, para integrar sua chapa na disputa pela sucessão de João Doria (PSDB-SP). E mais: o PT, segundo ele, deve apoiar a candidatura de Guilherme Boulos a prefeito de São Paulo em 2024", informa a coluna da jornalista Mônica Bergamo, em São Paulo.
A novidade, que não está na coluna, é que Marina Silva, que rompeu com o PT para disputar as eleições presidenciais de 2014, poderá ser a candidata ao Senado, na chapa de Haddad, para enfrentar José Luiz Datena, que disputará o cargo, em aliança com o PSDB, de Rodrigo Garcia. "Vou procurar o PSOL e a Rede. Sabemos que o nosso desafio é enorme e ainda falta muito tempo para as eleições. Mas essa é a primeira vez em que podemos, de fato, ter um governo progressista em São Paulo", disse Haddad à coluna de Mônica Bergamo.
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