Política

23 de novembro de 2021 07:17

Tucanos de Alagoas avaliam saldo positivo na disputa interna

Rodrigo Cunha e Tereza Nelma participaram do ato promovido pelo PSDB

↑ Rodrigo Cunha (Foto: Edilson Omena)

Marcada por acusações e confusão, as prévias que definiriam o candidato do PSDB à Presidência da República nas eleições de 2022 acabaram sendo suspensas no último domingo (21), após falhas no aplicativo de votação. Os votos devem ser lacrados em uma urna do partido para continuação da votação em data ainda não definida.

Participam das prévias o governador de São Paulo, João Doria, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e o ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio.

A reportagem da Tribuna buscou os parlamentares alagoanos que são filiados ao PSDB para que eles comentassem sobre a situação do partido neste cenário.

De acordo com o senador Rodrigo Cunha, que preside o PSDB em Alagoas, uma disputa acirrada em uma prévia eleitoral, ou mesmo em uma eleição, é sinal de que há diversidade nas propostas e nas plataformas de pré-candidatos e de candidatos. Segundo ele, ruim é não ter disputa, é não ter opções ou ter uma opção só.

“Ao propor três pré-candidaturas o PSDB mostra que tem opções para apresentar ao Brasil, principalmente opções que são infinitamente melhores do que o que está posto hoje no comando dos destinos do país. Eu votei, apoiei e desejo a vitória de Eduardo Leite, mas reforço que respeitarei a decisão da maioria, democraticamente”.

O senador ressalta que o problema no aplicativo de votação não macula a vontade do PSDB em ofertar os melhores quadros para governar o Brasil a partir de 2022.

Já a deputada federal Tereza Nelma disse que foi uma iniciativa importante do partido, e que acredita que isso fortalece a democracia no âmbito interno.

“É normal que a disputa entre os três candidatos seja calorosa e isso ficou mais evidente pela instabilidade do aplicativo. Espero que o sistema seja restabelecido o mais breve possível e os filiados possam dar continuidade ao exercício de cidadania escolhendo o candidato cuja missão será nos representar no pleito presidencial”.

Fonte: Tribuna Independente / Carlos Victor Costa

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