Política

17 de agosto de 2019 08:33

Imóveis da Organização Arnon de Mello serão leiloados dia 30

Interessados em adquirir os prédios podem conseguir arrematar com valores menores

↑ Um dos prédios em leilão abriga a TV e as rádios Gazeta (Foto: Edilson Omena)

Previsto para acontecer na última sexta-feira (16), o leilão de imóveis das Organizações Arnon de Mello (OAM), tem uma nova data para acontecer. Será no dia 30 de agosto.

O motivo para uma nova data ocorreu porque, na primeira praça, os bens das Organizações Arnon de Mello, só poderiam ser arrematados pelo valor da avaliação, entretanto, na segunda praça, eles podem ser adquiridos em percentuais entre 40 e 70 % da avaliação. Os processos da 5ª Vara Federal ofertam o imóvel da Gráfica Editora Gazeta de Alagoas, atualmente ocupado pela Faculdade da Cidade de Maceió (Facima) com cerca de 38 salas de aulas, além de laboratórios e biblioteca, no valor de R$ 17,924 milhões, além do prédio da TV Gazeta de Alagoas, no valor de R$ 8,28 milhões, em uma área de 2.303 metros quadrados.

“Considero esse Leilão Unificado um dos mais esperados do estado, por conta dos imóveis da Organização Arnon de Mello, que estão sendo levados à alienação. É importante salientar também que, se o exequente for a Fazenda Nacional, o arrematante poderá parcelar em até 60 vezes, sem juros, limitado ao débito processual”, explicou o leiloeiro Fernando Albuquerque Lins no site oficial da Justiça Federal de Alagoas (JFAL).

De acordo com o edital publicado pela Justiça Federal em Alagoas, no leilão alusivo aos bens da OAM, que acontecerá na segunda praça, os prédios podem ser oferecidos com um deságio de 30%.

A reportagem da Tribuna Independente tem tentado contato, por diversas oportunidades com o diretor-executivo da OAM, Luiz Amorim, para saber se a empresa que tem como proprietário o senador Fernando Collor (Pros), estaria buscando algum recurso para impedir o leilão, no entanto, a reportagem não vem conseguido êxito.

A determinação para o leilão dos edifícios pertencentes às Organizações Arnon de Melo vem após a não quitação de débitos da empresa com o fisco federal, a exemplo de Imposto de Renda, PIS e Confins somam aproximadamente R$ 147 milhões.

Fonte: Tribuna Independente / Editoria de Política

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