Política

16 de abril de 2019 14:37

Sindicato defende retirada total dos projetos de lei

Categoria apresentou estudos que indicam que a situação atual da folha de servidores é diferente da apresentada pela prefeitura

↑ Sidney Lopes informou que haverá uma nova reunião com a prefeitura (Foto: Sandro Lima)

A decisão tomada pelo prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB) na última sexta-feira (12), solicitando que a Câmara de Vereadores devolva os dois projetos de lei que modificam a legislação municipal que trata do Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos trabalhadores marcou o início das negociações entre a prefeitura e os dirigentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e mais 15 sindicatos que representam o funcionalismo público da capital.

À Tribuna, o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maceió e Região Metropolitana (Sindspref), Sidney Lopes, explicou que na reunião a categoria apresentou estudos que indicam que a situação atual da folha de servidores é diferente da apresentada pela prefeitura. Ele destacou ainda que está marcada para o dia 06 de maio uma reunião entre os sindicatos e a prefeitura, mas disse defender a retirada total dos projetos de lei.

“O que foi discutido lá era a retirada dos projetos. Agora no dia 06 de maio a gente vai sentar lá com o prefeito para ver e ele está criando uma comissão para a gente ver os pontos de retirada de direitos, porque a gente não aceita as retiradas de direitos. O prefeito solicitou para que a gente junto com a comissão dele faça uma reavaliação. A intenção nossa é retirar o projeto como um todo, mas aí vamos sentar para avaliar. Ele [Rui Palmeira] deixou a Procuradoria de fora, deixou o Fisco de fora. Se é para fazer, tem que fazer com todos os servidores. Não pode ser com meia dúzia. A nossa avaliação é que tire o projeto de vez”.

CÂMARA

Quanto à questão dos prejuízos na Câmara, que teve a entrada danificada, a reportagem questionou o sindicalista se o Sindicato que vai arcar. A Câmara já informou que irá orçar quanto foi o prejuízo. Sidney disse que o caso tem que ser apurado e que o sindicato não quebrou nada.

Fonte: Tribuna Independente / Texto: Carlos Victor Costa

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